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Corporación Andina de Fomento (CAF)
Está em andamento uma pesquisa entre Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Corporación Andina de Fomento (CAF), cujo objetivo central é realizar uma análise exploratória dos impactos do modelo de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), conhecidas pelo impacto nos índices de criminalidade na cidade do Rio de Janeiro. A intenção deste trabalho é desenvolver uma análise comparativa entre três situações diferentes: comunidades em que o projeto tenha sido implantado há mais de 18 meses; comunidades em que o projeto acaba de ser implantado; e comunidades em que o projeto não tenha sido implantado, e que funcionariam como um grupo de controle. Deste modo, intenciona-se avaliar o impacto real das UPPs no contexto carioca, utilizando diversas formas de pesquisa, como georreferenciamento, análise da evolução dos principais crimes cometidos no município, tomando a delegacia como unidade de análise, Entrevistas realizadas com líderes comunitários e moradores.
Tem-se como objetivos específicos:
1.Medir as variações dos índices de criminalidade na comunidade e nas regiões vizinhas, através do georreferenciamento dos registros policiais das delegacias de polícia da região. Espera-se uma diminuição dos crimes mais graves, como o homicídio, mas possivelmente um aumento dos delitos de menor gravidade (ameaças, violência doméstica, etc.) em função do aumento da sensação de segurança (o que permitiria denúncias sem o temor de represálias) e a melhora da imagem da polícia. Neste sentido, a análise da criminalidade nas áreas próximas às UPPs é fundamental para entender até que ponto pode ter havido um deslocamento do crime de uma região para outra, queixa comum em projetos desta natureza.
2.Estudar a relação existente entre comunidade e polícia nas áreas em que as UPPs foram implementadas, comparando com o cenário anterior.
3.Explorar a percepção dos habitantes sobre diversos aspectos, enfatizando sempre as possíveis mudanças após a implementação do projeto. Entre as dimensões consideradas podemos citar:
i.Sensação de segurança;
ii.Participação Social;
iii.Atividade econômica;
iv.Integração com as demais regiões da cidade;
v.Estigma associado à comunidade.
Entrevistas realizadas com líderes comunitários e moradores em duas comunidades em que foram implantadas as UPPs, e em outras duas comunidades nas quais não existe o projeto. Neste último caso, será explorada também a imagem que as pessoas têm do projeto.
A equipe de coordenação do projeto é composto por dois associados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública: Renato Sérgio de Lima, secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e José Ignacio Cano Gestoso, professor e coordenador do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Tem-se como objetivos específicos:
1.Medir as variações dos índices de criminalidade na comunidade e nas regiões vizinhas, através do georreferenciamento dos registros policiais das delegacias de polícia da região. Espera-se uma diminuição dos crimes mais graves, como o homicídio, mas possivelmente um aumento dos delitos de menor gravidade (ameaças, violência doméstica, etc.) em função do aumento da sensação de segurança (o que permitiria denúncias sem o temor de represálias) e a melhora da imagem da polícia. Neste sentido, a análise da criminalidade nas áreas próximas às UPPs é fundamental para entender até que ponto pode ter havido um deslocamento do crime de uma região para outra, queixa comum em projetos desta natureza.
2.Estudar a relação existente entre comunidade e polícia nas áreas em que as UPPs foram implementadas, comparando com o cenário anterior.
3.Explorar a percepção dos habitantes sobre diversos aspectos, enfatizando sempre as possíveis mudanças após a implementação do projeto. Entre as dimensões consideradas podemos citar:
i.Sensação de segurança;
ii.Participação Social;
iii.Atividade econômica;
iv.Integração com as demais regiões da cidade;
v.Estigma associado à comunidade.
Entrevistas realizadas com líderes comunitários e moradores em duas comunidades em que foram implantadas as UPPs, e em outras duas comunidades nas quais não existe o projeto. Neste último caso, será explorada também a imagem que as pessoas têm do projeto.
A equipe de coordenação do projeto é composto por dois associados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública: Renato Sérgio de Lima, secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e José Ignacio Cano Gestoso, professor e coordenador do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
