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Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo
RS
Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRGS (1991), Especialista em Análise Social da Violência e Segurança Pública (1996), Mestre (1999) e Doutor (2003) em Sociologia pela UFRGS, Pós-Doutorando em Criminologia pela Universitat Pompeu Fabra. Atualmente é professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, atuando nos Programas de Pós-Graduação em Ciências Criminais e em Ciências Sociais. É Coordenador do Curso de Especialização em Segurança Pública e Justiça Criminal da PUCRS, em convênio com a SENASP-MJ. Atua também como Consultor em Segurança Pública e Justiça Criminal. Tem experiência nas áreas de Direito e Sociologia, com ênfase em Sociologia Jurídica e Criminologia, tendo realizado pesquisas sobre os seguintes temas: informalização da justiça, reformas penais e administração da justiça penal, penas alternativas, concepções de política criminal dos operadores do direito, políticas públicas de segurança e municipalização da segurança pública. É líder do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Segurança e Administração da Justiça Penal, e integrante do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.
Em entrevista de 2006 à PUCRS, você afirma que “a violência é um problema não resolvido na sociedade brasileira.”. Passados mais de cinco anos, você acha que esse cenário sofreu alguma mudança?
Diversos são os fatores apontados pelos pesquisadores para o aumento da violência nas últimas décadas, concomitantemente ao processo de redemocratização. Entre eles, podemos citar a acentuação da desigualdade social, característica do processo de “modernização conservadora” que marcou o período do regime militar, e se manteve nas últimas décadas do século XX. Também o atraso na preparação das polícias para atuarem em democracia, sem que tenha sido enfrentado o legado autoritário de uma estrutura policial pouco afeita à garantia dos direitos dos cidadãos e historicamente violenta e ineficiente para a prevenção e o esclarecimento de crimes. E ainda os efeitos perversos de um sistema carcerário superlotado e controlado por facções criminais que proliferam dentro do ambiente prisional. Ou a emergência de uma “cultura da masculinidade violenta”, vinculada à economia da droga e na qual o uso de armas e a demonstração de poder por meio da violência aparecem como mecanismos de reconhecimento em comunidades de baixa renda, onde as taxas de homicídio alcançam níveis alarmantes, especialmente entre jovens de 15 a 25 anos de idade.
Em que pese a magnitude do problema, é possível afirmar que nos últimos anos algumas novidades tem ocorrido, fruto do debate democrático e do aumento da pressão por parte de cidadãos e grupos organizados para o aperfeiçoamento das políticas públicas de segurança. Tais inovações, no entanto, ainda são marcadas por uma ambiguidade, caracterizada pela aposta, de um lado, nas políticas de endurecimento penal, e por outro em políticas de prevenção à violência.
Na primeira perspectiva, vinculada ao chamado “populismo punitivo”, pretende-se ampliar penas e reformar a legislação processual no sentido de suprimir garantias e reduzir a delinquência por meio do sistema penal, uma espécie de “fórmula mágica”, por meio da qual se poderia resolver o problema simplesmente aumentando a dose, uma vez que até o momento o remédio não tem produzido o efeito esperado. Produzem-se, com isso, legislações de tolerância zero, que preveem o uso intensivo e até mesmo abusivo do sistema penal, deixando de lado problemas estruturais da sociedade.
Trata-se, evidentemente, não de uma política criminal consistente, mas uma política penal reativa, baseada em reformas pontuais na legislação penal e processual penal na tentativa de extirpar o crime por meio da punição. Na prática, os efeitos dessa política incidem seletivamente sobre o inimigo social, ou seja, o pobre, o subcidadão, o desempregado, moradores da periferia, considerados “desviantes por natureza”. Essa demonização da pobreza traz como consequência o aumento da exclusão e da desigualdade, e os efeitos decorrentes de aumento da violência e da conflitualidade social.
Em sentido contrário às políticas de endurecimento penal, mas muitas vezes convivendo e complementando as mesmas, tem se verificado iniciativas que buscam aproximar as instituições do sistema de Segurança Pública das comunidades mais vulneráveis ao crime. Em linhas gerais, estas políticas incorporam um conjunto de características, entre as quais se destacam, em maior ou menor grau, as seguintes: iniciativa e coordenação por parte de governos municipais; fortalecimento da capacidade operacional das polícias; implementação de medidas de prevenção situacional, como a recuperação de espaços públicos, reestruturação urbanística, restrição de licenças e horários de funcionamento de bares e casas noturnas, etc.; desenvolvimento de programas de prevenção social dirigidos especialmente aos jovens e à prevenção da violência familiar; estímulo à participação cidadã; campanhas educativas e culturais orientadas ao exercício de direitos e ao respeito aos direitos alheios e criação de mecanismos alternativos para a administração de conflitos cotidianos; melhoria dos sistemas de informação, monitoramento e avaliação das ações e políticas de segurança.
Uma das suas características marcantes é a crítica ao direito penal como sinônimo de punição. Isso o faz relativizar inovações legislativas como, por exemplo, a Lei Maria da Penha. Nessa direção, como você acredita que poderíamos aumentar a eficiência do sistema de justiça criminal no controle democrático do crime e da violência?
Com a redemocratização, a demanda pela prestação de justiça pelo Estado, tanto no âmbito do direito civil como no do direito criminal, elevou-se significativamente, em parte pela atuação de entidades da sociedade civil e movimentos sociais interessados em colocar em prática as conquistas legislativas alcançadas. A prestação estatal de justiça passou a ser questão prioritária, e diminuiu progressiva e significativamente o grau de tolerância com a baixa eficiência do sistema judicial. No âmbito da justiça penal, a situação é dramática, já que a defasagem do sistema judicial e prisional para dar conta do crescimento da criminalidade urbana violenta leva ao aumento do arbítrio policial e à expansão dos mecanismos informais de atuação da polícia, colocando em questão a própria existência de um Estado de Direito para amplos setores da população.
O aumento das condutas criminalizadas e a exigência de um maior controle sobre delitos antes resolvidos no âmbito da comunidade reforça os estereótipos que apontam para a rotinização do controle social formal e a consequente seletividade de atuação que por via dela ocorre. Assim, são criados estereótipos de crimes mais frequentes, de criminosos mais recorrentes e de fatores criminogênicos mais importantes, paralelamente à minimização ou distanciamento em relação aos crimes que extravasam desse perfil, quer pelo tipo de crime, pelo tipo de criminoso, ou pelos fatores que originaram o delito.
Observando as taxas de encarceramento no Brasil, verificamos o enorme crescimento ocorrido na última década, que faz com que tenhamos hoje nos cárceres brasileiros mais de 500 mil presos (no final dos anos 90 a população carcerária no Brasil estava em torno de 150 mil presos). Levando em conta os dados gerais do sistema carcerário, o que mais cresce é a utilização da prisão preventiva, ou seja, pessoas que estão presas sem uma condenação criminal, e que representam hoje quase 43% do total de presos no país . O aumento das taxas de encarceramento, derivado de uma demanda punitiva que encontra respaldo no parlamento (criminalização primária), na atuação dos órgãos de segurança pública e justiça criminal (criminalização secundária), não surte o efeito esperado de queda da criminalidade, uma vez que a atuação do sistema penal é seletiva, atingindo apenas a base da cadeia criminal, e reunindo nas prisões indivíduos que, pela sua vulnerabilidade social, são presas fáceis das facções criminais, que comandam o mercado das ilegalidades dentro e fora das prisões.
Todas estas tendências e desafios dizem respeito a necessidade de uma revolução democrática da justiça no Brasil, que redirecione a estrutura e os esforços de milhares de operadores do sistema de segurança pública e justiça criminal para objetivos diversos do foco até agora direcionado para a “manutenção da ordem pública”. Uma estrutura policial profissionalizada e capaz de estabelecer vínculos com a comunidade e atuar na resolução de conflitos cotidianos, e de realizar a investigação e a repressão qualificada da criminalidade violenta, e um sistema de justiça capaz de colocar-se perante a sociedade enquanto um canal legítimo e adequado para a mediação dos conflitos sociais, e de produzir decisões judiciais mais próximas de critérios universais de justiça, incorporando a moderna doutrina penal constitucional ao cotidiano das salas de audiência, são a exigência colocada para que possamos avançar no sentido da redução da violência e da garantia da segurança pública no Brasil.
E por falar em Lei Maria da Penha, um dos seus projetos atuais diz respeito, exatamente, a ela. Fale-nos um pouco mais sobre o projeto.
Temos procurado, com apoio do Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-INEAC) e do CNPq, identificar os elementos que compõem as relações de gênero, nos casos encaminhados aos Juizados Especiais de Violência Doméstica e Familiar ou às Varas Criminais que atendem estes casos no estado do Rio Grande do Sul, buscando compor o perfil das partes envolvidas, os motivos que levaram à violência e as expectativas e resultados obtidos por meio dos Juizados. Também buscamos sistematizar o material doutrinário e jurisprudencial relativo ao impacto produzido pela Lei 11.340/06; identificar as alternativas oferecidas no direito comparado; contribuir para a reflexão sobre os resultados da Lei 11.340/06, assim como para a capacitação dos operadores jurídicos e demais profissionais envolvidos com o tratamento institucional da violência de gênero, e verificar as possíveis dificuldades para a realização de mudanças sociais por meio do direito, assim como os efeitos imprevistos produzidos pela nova legislação.
O acompanhamento das audiências no Juizados de Violência Doméstica e Familiar de Porto Alegre, bem como as entrevistas já realizadas, permitem concluir que o conflito de gênero que está por trás da violência doméstica não pode ser tratado pura e simplesmente como matéria criminal. A leitura criminalizante apresenta uma série de obstáculos para a compreensão e intervenção nos conflitos interpessoais, não corresponde às expectativas das pessoas atendidas nem delegacias da mulher, no Juizado e tampouco ao serviço efetivamente realizado pelas policiais naquela instituição. A partir da observação realizada no Juizado, é possível pensar que o mais adequado seria lidar com a grande maioria dos casos fora do sistema penal, radicalizando a aplicação dos mecanismos de mediação, realizada por pessoas devidamente treinadas e acompanhadas de profissionais do Direito, Psicologia e Assistência Social.
Os Juizados Especiais Criminais abriram espaço para experiências bem sucedidas neste âmbito, como as várias alternativas de encaminhamento do caso (compromisso de respeito mútuo, encaminhamento para grupo de conscientização de homens agressores, etc.) dão conta. No entanto, a falta de adesão normativa e institucional a mecanismos efetivos para a mediação dos conflitos e o equívoco da banalização da cesta básica deflagraram a reação que agora assistimos.
A falta de uma rede de atendimento que ligue as instituições com a área da saúde e que proporcione serviços e atendimento tanto às vitimas quanto aos agressores dificulta a solução de grande parte da demanda. Tanto os profissionais que atuam no Juizado, quanto aqueles que atuam na delegacia, reconhecem a necessidade de tratamento médico e psicossocial para a clientela que costumam atender diariamente no cumprimento de suas atividades profissionais.
Você é um dos fundadores do Fórum e sempre teve um papel enquanto associado nos rumos da instituição. Em abril o FBSP faz 6 anos, qual o balanço que você faz da gestão do FBSP até o momento e quais os desafios para o futuro?
O FBSP tem sido um ator central no processo de redefinição das políticas de segurança pública e justiça criminal que tem se verificado na última década. A reunião de alguns dos pesquisadores mais representativos do campo dos estudos de violência e segurança pública com profissionais da área e gestores públicos abriu um espaço de diálogo inovador, e tem proporcionado uma importante troca de experiências e a qualificação da agenda pública no campo da segurança. Nosso propósito desde o início foi o de contribuir para a elaboração de políticas públicas de segurança que se coloquem como políticas de Estado, e não de governo. A realização de pesquisas periódicas de vitimização, a elaboração e implementação de políticas de segurança no âmbito municipal, a qualificação da atuação policial, o questionamento dos efeitos da criminalização e da atuação seletiva do sistema penal são algumas das questões que estão consolidadas como elementos importantes para uma agenda democrática nestá área.
Nosso desafio para o próximo período é avançar ainda mais na demarcação destes pontos, aprofundando a adesão do FBSP a um programa democrático de segurança pública, capaz de se constituir em alternativa à demanda punitiva e às políticas de tolerância zero e de superencarceramento, que já vem sendo questionadas mesmo em contextos onde foram adotadas a mais tempo. Por outro lado, nosso desafio é também o de viabilizar a ampliação dos espaços de diálogo e participação no próprio FBSP, com a adesão de cada vez mais profissionais e pesquisadores da área, que precisam encontrar no Fórum a possibilidade de uma atuação coletiva na defesa destes valores representativos de uma política democrática de segurança. Esperamos que o próximo encontro nacional do Fórum, previsto para julho em Porto Alegre, possa representar este avanço, tanto do ponto de vista da definição do FBSP quanto à agenda para o próximo período em termos de reformas legais e institucionais na área da segurança, quanto na consolidação do Fórum como espaço importante de articulação da sociedade civil e dos profissionais da área da segurança comprometidos com a democracia e a redução da violência.
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Marcos Roberto - Sorocaba(SP) - 06/02/2012 - 11:52
Palavras de Reinaldo Azevedo postado no site de policiais e Bombeiros do Brasil:
Quando Lula e Jaques Wagner promoviam a baderna na Bahia. Ou: Práti...
Em julho de 2001, houve uma greve da Polícia Militar na Bahia, então governada pelo PFL. Eu dirigia o site e a revista Primeira Leitura. Critiquei severamente o movimento dos policiais nos termos de sempre nesses casos: “Gente armada não pode parar; quando um policial deixa de trabalhar, o bandido agradece, e o homem comum sofre”. Eu pensava isso sobre a greve da PM baiana em 2001 e penso o mesmo sobre a greve de 2012. Mas e Lula? E Jaques Wagner?
“‘A Polícia Militar pode fazer greve. Minha tese é de que todas as categorias de trabalhadores que são consideradas atividades essenciais só podem ser proibidas de fazer greve se tiverem também salário essencial. Se considero a atividade essencial, mas pago salário mixo, esse cidadão tem direito a fazer greve.”
Quem fala aí é Luiz Inácio Apedeuta da Silva, então pré-candidato à Presidência pelo PT. Seria eleito no ano seguinte para seu primeiro mandato. Naquela greve, sem o morticínio de agora, também houve arrastões, saques etc. Lula, dotado daquela mesma moral e responsabilidades maiúsculas de Eduardo Suplicy tinha o diagnóstico sobre o que estava em curso no Estado. Leiam:
“Acho que, no caso da Bahia, o próprio governo articulou os chamados arrastões para criar pânico na sociedade. Veja, o que o governo tentou vender? A impressão que passava era de que, se não houvesse policial na rua, todo o baiano era bandido. Não é verdade. Os arrastões na Bahia me lembraram os que ocorreram no Rio em 92, quando a Benedita (da Silva, petista e atual vice-governadora do Rio) foi para o segundo turno (nas eleições para a prefeitura). Você percebeu que na época terminaram as eleições e, com isso, acabaram os arrastões? Faz nove anos e nunca mais se falou isso”.
Quanta ligeireza!
Quanta irresponsabilidade!
Quanta vigarice política!
Mas isso não é tudo, não. Um dos grandes apoiadores da greve de 2001 foi o então deputado Jaques Wagner, hoje governador do Estado. Informava o Globo Online de ontem:
Apontado como líder da greve dos PMs baianos, o presidente da Associação de Policiais, Bombeiros e seus Familiares da Bahia (Aspra), soldado Marco Prisco, disse que o governador Jacques Wagner, quando ainda era deputado federal, participou com outros parlamentares do PT e de partidos da base do esquema de financiamento da paralisação dos policiais militares do estado em 2001. Ele acrescentou que o Sindicato dos Químicos e Petroleiros da Bahia, que tinha na direção o atual presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, alugou e cedeu, na época, seis carros para garantir a greve na Bahia, onde diz que foi preseguido e ameaçado de prisão pelo então governador carlista Cesar Borges. “O motorista que me levou para Brasília era um funcionário do sindicato, Nelson Souto. Na capital, foi recebido pelo então senador petista Cristóvam Buarque”, disse.
Prisco disse que, além de Jacques Wagner, teriam apoiado e contribuído para a greve de 2001 os parlamentares Nelson Pellegrino (PT), Moema Gramacho (PT), Lídice da Mata (PSB), Alceu Portugal (PCdoB), Daniel Almeida (PCdoB) e Eliel Santana (PSC). Segundo ele, a ajuda garantiu a estrutura necessária ao movimento, incluindo o fornecimento de alimentação para os grevistas.
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Marcos Roberto - Sorocaba(SP) - 05/02/2012 - 08:30
Palavras de um governador se dirigindo aos seres humanos policiais militares, constitucionalisticamente isto é um absurdo nos dias de hoje
"""Governador da Bahia diz que policial militar é semelhante a burro de carroça, tem que trabalhar na base da chicotada
O Governador da Bahia, Jaques Wagner, que é candidato a reeeleição para o referido cargo, durante pronunciamento no Palácio de Ondina, disse que, os policiais militares, são semelhantes a burros de carroça, têm que trabalhar recebendo chicotadas, pois se assim não for, não comparecem ao local de trabalho, deixando a população insegura.
Jaques Wagner disse ainda que, um soldado da Polícia Militar, quer trabalhar pouco e ganhar bem mais que um oficial. Mas ressaltou o governador baiano que, enquanto ele administrar o Estado da Bahia, não vai permitir tamanha falta de respeito para com o povo.
"Burro de carroça, trabalha muito, e ganha quase nada, não tem direito de reclamar. Se um policial militar na Bahia, não ganha tão mal e não trabalha o suficiente, está reclamando de que e porque?. Perguntou o Governador da Bahia.
Um PM na Bahia ganha bem no meu governo, pois antes não tinha bom salário. Já investir em novas viaturas e coletes a prova balistica. Eles querem mais o que?. Isso custa muito caro e a Bahia não está nadando em dinheiro.
Fonte: Blog Correio do Estado
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Marcos Roberto - Sorocaba(SP) - 05/02/2012 - 08:26
Gostaria de saber porque, policiais e Professores são forçados a viver na miseria neste país, sabemos por exemplo que policiais militare sdo Estado da Bahia estão lutando por um salario justo, todo trabalhador tem direito a greve, os policiais estão sendo presos por não estarem trabalhando e vão ser expulsos da policia, isto porque estão fazendo uma greve pacifica, Alguns trabalhadores são violentos em greves, agridem destroem patrimonios publicos e sao defendidos, não conseguimos entender, porque existe impunição para pessoas que são marginais, matam, de forma violenta, roubam e vivem totalmente a margem da sociedade e são defendidos por entidades e politicoa, por outro ladonos dias de hoje para policiais existe intolerancia, preconceito, injustiça, será que policial não é ser humano por isto nõo tem direito de viver dignamente. em minha opinião os policiais do brasil deveriam buscar ajuda com entidades internacionais pois a situação em que vivem aqui no brasil é desumana. lutam pelo bem da sociedade sofrem todo tipo de constrangimento constantemente e não tem o direito de se defender são alvos faceis de marginais pois a lei defende bandido. as leis brasileiras encorajam marginais a cometerem crimes pois sabem que não seram punidos como deveriam.
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Marcos Roberto - Sorocaba(SP) - 04/02/2012 - 11:47
Sinto muito mas este texto exterioriza uma pessoa sem o minimo de conhecimento dos problemas verdadeiros que a sociedade brasileira enfrenta, demonstra um academico novato que juntou um amontoado de informações na internet. assuntos que os Brasileiros estão cansados de ouvir, mas soluçoes praticas verdadeiras que possam dar um animo para nossa sobrevivencia em meio a tanta facilidade de praticar crimes e ser impune que existe em nossa nação´. Pessoas como este sr. Rodrigo fala como se ajudasse em alguma coisa mas na verdade vive em seu mundo particular fechado em seus carros importados nem ao menos sabem como verdadeiramente funcionam os crimes a rotina verdadeira de uma pessoa pobre de um morador de periferia. desculpem mas foi oque me proporcionou com o texto acima.
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