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Polícia estoura laboratório de remédios clandestino
Herbert Gonçalves Espuny - São Paulo(SP) - 07/11/2009
Polícia estoura laboratório de remédios clandestino
Sexta-Feira, 6 de Novembro de 2009 - Mais de três toneladas de remédios fitoterápicos foram apreendidas em uma fábrica clandestina de Hortolândia -distante 105 quilômetros da Capital. Na tarde desta sexta-feira (06), o farmacêutico, proprietário do estabelecimento, acabou preso por falsificação de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais. O crime é inafiançável.
A descoberta do laboratório surgiu após os policiais da 2ª Delegacia da Saúde Pública do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC) localizarem uma farmácia em Bragança Paulista -a 83 quilômetros da Capital -no dia 22 de outubro. Na ocasião, foram encontrados medicamentos com endereço da fábrica de Hortolândia.
Hoje, os policiais seguiram para o endereço da fábrica, na Praça Meio Ambiente, no Jardim Boa Vista. No local, que não tinha autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para venda e produção dos medicamentos, foi apreendida grande quantidade de produtos fitoterápicos.
Os remédios indicavam cura para tudo, desde enxaqueca até dor no estômago. "Eram produtos que prometiam cura para o corpo e a alma", diz Sérgio Norcia, delegado titular da 2ª Delegacia da Saúde Pública.
No fábrica, instalada em um galpão com aproximadamente 1.000 m², também foi apreendida matéria prima para a produção dos medicamentos, como ervas e extratos que seriam posteriormente encapsulados.
Segundo Norcia, a fábrica vendia medicamentos para todo o Brasil. "Encontramos um relatório de vendas que indicava movimentação de R$ 140 mil somente em agosto deste ano", conta o delegado.
O proprietário da fábrica -R.M.X., de 24 anos -foi preso e irá responder pelo artigo 273 do Código Penal Brasileiro: falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Após o registro da ocorrência, o farmacêutico segue para a carceragem do 40º Distrito Policial (Vila Santa Maria). Os produtos apreendidos ainda serão periciados.
Raphael Marchiori
FONTE:SSP-SP
Sexta-Feira, 6 de Novembro de 2009 - Mais de três toneladas de remédios fitoterápicos foram apreendidas em uma fábrica clandestina de Hortolândia -distante 105 quilômetros da Capital. Na tarde desta sexta-feira (06), o farmacêutico, proprietário do estabelecimento, acabou preso por falsificação de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais. O crime é inafiançável.
A descoberta do laboratório surgiu após os policiais da 2ª Delegacia da Saúde Pública do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC) localizarem uma farmácia em Bragança Paulista -a 83 quilômetros da Capital -no dia 22 de outubro. Na ocasião, foram encontrados medicamentos com endereço da fábrica de Hortolândia.
Hoje, os policiais seguiram para o endereço da fábrica, na Praça Meio Ambiente, no Jardim Boa Vista. No local, que não tinha autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para venda e produção dos medicamentos, foi apreendida grande quantidade de produtos fitoterápicos.
Os remédios indicavam cura para tudo, desde enxaqueca até dor no estômago. "Eram produtos que prometiam cura para o corpo e a alma", diz Sérgio Norcia, delegado titular da 2ª Delegacia da Saúde Pública.
No fábrica, instalada em um galpão com aproximadamente 1.000 m², também foi apreendida matéria prima para a produção dos medicamentos, como ervas e extratos que seriam posteriormente encapsulados.
Segundo Norcia, a fábrica vendia medicamentos para todo o Brasil. "Encontramos um relatório de vendas que indicava movimentação de R$ 140 mil somente em agosto deste ano", conta o delegado.
O proprietário da fábrica -R.M.X., de 24 anos -foi preso e irá responder pelo artigo 273 do Código Penal Brasileiro: falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Após o registro da ocorrência, o farmacêutico segue para a carceragem do 40º Distrito Policial (Vila Santa Maria). Os produtos apreendidos ainda serão periciados.
Raphael Marchiori
FONTE:SSP-SP
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