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MEC aprova cursos superiores em segurança pública
Juliana Vinuto - Barueri(SP) - 09/02/2010
Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Fernando Haddad (Educação), assinam hoje os atos de inclusão dos Cursos Superiores de Tecnologia em Segurança Pública, em Serviços Penais e em Segurança do Trânsito no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia.

Acho que todo tipo de formação para a área de segurança só pode melhorar a situação atual no Brasil. Todos aqueles que trabalham com essa temática devem aproveitar o momento, já que quaquer tipo de formação é bem vinda.

5 Comentários
"A Segurança Pública, já há algum tempo, é objeto de debate nos ambientes universitários, inclusive em Núcleos de Estudo em Gestão de Segurança Pública, assim, a necessidade de orientação científica nas atividades desenvolvidas pelas respectivas organizações, passou a ser regra.

A tendência é interdisciplinar saberes, ou seja, estruturar, especializar e interagir conhecimentos, tudo a fim de que o Estado e a Sociedade Civil estejam aptos a lidar com a complexidade de situações que surgem nesta época:

É levada a efeito quando se trata de resolver os grandes e complexos problemas colocados pela sociedade atual: guerra, fome, delinqüência (negrito meu), poluição dentre outros. Trata-se de reunir várias especialidades para encontrar soluções técnicas tendo em vista resolver determinados problemas, apesar das contingências históricas em constante mutação (Carlos, 2007, p.5).

A interdisciplinaridade é o atual modelo adotado pela educação, razão pela qual foi deslocada para a moderna gestão de conhecimento da administração pública e privada. Portanto, surge como novo método para o entendimento global dos fenômenos, Weil, citado por Cordeiro e Silva, define a interdisciplinaridade como:

A conseqüência de uma visão integradora do universo e do conhecimento humano, que tende a reunir em conjuntos cada vez mais abrangentes o que fica dissociado pela mente humana. A interdisciplinaridade trata da síntese ou correlação de duas ou várias disciplinas, instaurando um novo nível de discurso caracterizado por uma nova linguagem descritiva e novas relações estruturais (Cordeiro e Silva, 2005 apud SENASP/MJ, 2008, p.31)." (SOUZA, 2009).

Parabéns pela postagem, com certeza isso é um passo relevante à profissionalização dos operadores de Segurança Pública.

Um abraço.
Boas noticias, um outro paço produtivo seria retirar a exclusividade da chefia das instituições policiais civis de uma categoria especifica "bacharéis em direito" e promover a meritocracia na escolha dos comandantes de unidades policiais. Um bom bacharel necessariamente não é um bom policial!
EXELENTE PASSO QUE ESTA SENDO DADO.
CONCORDO COM O COLEGA CLEOMAR
Ótima notícia, é o reconhecimento pela Academia de nossa área do saber. Esse estreitamento das áreas do saber Acadêmico e Policial possibilitará grandes avanços para a sociedade!!!
Sempre achei que o caminho para o combate a criminalildade passasse pela educação, é claro que sempre pensei que devíamos educar o cidadão desde sua infancia. P ara minha surpresa é que vi que o foco havia mudado , dando esta educação, e de qualidade ao servidor da segurança pública. Muito bom. gostei!
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