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A descoisificação dos Direitos Humanos no Brasil
Adaildo Benedito dos Santos - Currais Novos(RN) - 02/10/2007
Na década de 80 quando começou a se propagar a idéia dos direitos humanos no Brasil o assunto a exemplo de várias outras leis não foi bem entendido. Tivemos uma falta de entendimento e interpretação do estatuto da criança e do Adolescente, do estatuto do idoso e até mesmo da recente "Lei Maria da Penha".
Com um ressentimento volumoso ainda trazido da época da ditadura, os operadores de Direitos Humanos confundiam tão belo direito com a defesa somente de presos e principalmente bandidos de alta periculosidade e a polÃcia mais ainda, não entediam o porquê das pessoas estarem defendendo direitos de pessoas que haviam cometido delitos gerando assim um mal estar que tem resquÃcios na relação policia x operadores direitos humanos até hoje.
Com o passar do tempo a ideologia e a realidade vem mudando e o conceito de que direitos humanos é coisa de bandido também vem acabado. Hoje, procura-se garantir os direitos dos presos de modo a garantir a sua segurança e não daquela forma banal que era feito antigamente. Lógico que a tortura deve ser banida e abolida e qualquer resquÃcio seu que venha a aparecer dentro das corporações policiais deve ser de imediato sufocado. Pessoas como Ricardo Balestreri e vários outros tem desempenhado um papel importante nesta nova construção pois colocam as policiais como protagonistas da promoção dos direitos humanos. A maioria dos policiais já tem conhecimento deste fatos embora as vezes por força da emoção acabem cometendo deslizes que hoje de imediato são corrigidos. O corporativismo policial aos poucos vem acabado e isto contribui de forma especial para a melhoria da aplicação do direito em suas varias formas e fases.
No programa Roda Viva da TV Cultura do dia 01.10.2007 nosso Ministro da defesa fez uma fala muito especial: de que precisamos parar de ligar as nossas forças policiais e as forças armadas ao passado e perceber que na sociedade de hoje as forças armadas e policiais são na verdade um dos maiores promotores da democracia no Brasil.
Ainda há resistência por partes dos militares, mas também há resistência por parte de alguns grupos promotores de direitos humanos. E o que vai mudar esta pequena resistência de ambas as partes será o futuro e a constante busca pela melhoria na qualificação profissionais dos policiais e militares do nosso paÃs. Estando esta melhoria acontecendo de forma constante e gradativa. Não podemos esperar que tudo mude da noite para o dia, temos sim que caminhar na certeza de que o Brasil está buscando esta melhoria na promoção dos seus direitos humanos nas suas varias formas.
Com um ressentimento volumoso ainda trazido da época da ditadura, os operadores de Direitos Humanos confundiam tão belo direito com a defesa somente de presos e principalmente bandidos de alta periculosidade e a polÃcia mais ainda, não entediam o porquê das pessoas estarem defendendo direitos de pessoas que haviam cometido delitos gerando assim um mal estar que tem resquÃcios na relação policia x operadores direitos humanos até hoje.
Com o passar do tempo a ideologia e a realidade vem mudando e o conceito de que direitos humanos é coisa de bandido também vem acabado. Hoje, procura-se garantir os direitos dos presos de modo a garantir a sua segurança e não daquela forma banal que era feito antigamente. Lógico que a tortura deve ser banida e abolida e qualquer resquÃcio seu que venha a aparecer dentro das corporações policiais deve ser de imediato sufocado. Pessoas como Ricardo Balestreri e vários outros tem desempenhado um papel importante nesta nova construção pois colocam as policiais como protagonistas da promoção dos direitos humanos. A maioria dos policiais já tem conhecimento deste fatos embora as vezes por força da emoção acabem cometendo deslizes que hoje de imediato são corrigidos. O corporativismo policial aos poucos vem acabado e isto contribui de forma especial para a melhoria da aplicação do direito em suas varias formas e fases.
No programa Roda Viva da TV Cultura do dia 01.10.2007 nosso Ministro da defesa fez uma fala muito especial: de que precisamos parar de ligar as nossas forças policiais e as forças armadas ao passado e perceber que na sociedade de hoje as forças armadas e policiais são na verdade um dos maiores promotores da democracia no Brasil.
Ainda há resistência por partes dos militares, mas também há resistência por parte de alguns grupos promotores de direitos humanos. E o que vai mudar esta pequena resistência de ambas as partes será o futuro e a constante busca pela melhoria na qualificação profissionais dos policiais e militares do nosso paÃs. Estando esta melhoria acontecendo de forma constante e gradativa. Não podemos esperar que tudo mude da noite para o dia, temos sim que caminhar na certeza de que o Brasil está buscando esta melhoria na promoção dos seus direitos humanos nas suas varias formas.
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