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Violência no trânsito
Jésus Cássio de Abreu Júnior - Manhuaçu(MG) - 06/02/2008
É inegável que os acidentes de trânsito constituem um grave problema nos diversos paÃses do mundo. Apesar de que muitos tratam a violência no trânsito como problema de saúde pública, não podemos relegar tão grave situação e assistir, diuturnamente, o número crescente de mortes com tanta naturalidade.
Para se ter uma dimensão da questão, a Organização Mundial da Saúde -OMS, indicou a ocorrência de 1,2 milhão de mortes por acidente de trânsito no mundo, com mais de 50 milhões pessoas feridas no ano de 2004. Aparentemente, pode parecer somente estatÃstica ou não representar muito para o leitor, mas constitui a principal causa de mortes entre os homens na faixa etária entre os 15 e 44 anos. Não se assuste, é isso mesmo, para esse grupo é mais provável morrer de acidente de trânsito do que de câncer, AIDS, problemas cardÃacos ou de outras formas de violência como o homicÃdio.
Em nosso paÃs não é diferente, estima-se a quantia de 35 mil vÃtimas fatais por ano, sabendo que devido ao sub-registro os valores reais certamente são superiores.
Existe divergência entre os especialistas a respeito das principais causas dos acidentes de trânsito, no entanto há um certo consenso no sentido de que o uso de álcool e a velocidade excessiva são fatores mais importantes.
Sob este prisma que englobo os órgãos de segurança pública como co-responsáveis para prevenir o genocÃdio causado pela violência no trânsito. O fenômeno da violência no trânsito tem que ser visto na sua complexidade, não avançaremos em nosso propósito de preveni-lo, se não incluirmos, como objeto de atenção, todos envolvidos na situação.
Não há como indicar receitas, mas precisamos colocar o tema em foco, realizar debates nos diversos espaços sociais, visando gerar sensibilização sobre a questão. No momento em que a sociedade civil se organizar para cobrar, sem sombra de dúvida, exercerá um importante papel de fomentar o correto funcionamento da rede de justiça -do policial ao juiz, incluindo o legislador.
"Faz parte do caminho de construção de uma cidadania plena
a retomada de nosso sentimento de potência, de pró-atividade,
de autoria, de capacidade de influir, de fazer diferença."
Carlos Eduardo Zum
Jésus Cássio de Abreu Júnior, 1º Tenente da PMMG
Para se ter uma dimensão da questão, a Organização Mundial da Saúde -OMS, indicou a ocorrência de 1,2 milhão de mortes por acidente de trânsito no mundo, com mais de 50 milhões pessoas feridas no ano de 2004. Aparentemente, pode parecer somente estatÃstica ou não representar muito para o leitor, mas constitui a principal causa de mortes entre os homens na faixa etária entre os 15 e 44 anos. Não se assuste, é isso mesmo, para esse grupo é mais provável morrer de acidente de trânsito do que de câncer, AIDS, problemas cardÃacos ou de outras formas de violência como o homicÃdio.
Em nosso paÃs não é diferente, estima-se a quantia de 35 mil vÃtimas fatais por ano, sabendo que devido ao sub-registro os valores reais certamente são superiores.
Existe divergência entre os especialistas a respeito das principais causas dos acidentes de trânsito, no entanto há um certo consenso no sentido de que o uso de álcool e a velocidade excessiva são fatores mais importantes.
Sob este prisma que englobo os órgãos de segurança pública como co-responsáveis para prevenir o genocÃdio causado pela violência no trânsito. O fenômeno da violência no trânsito tem que ser visto na sua complexidade, não avançaremos em nosso propósito de preveni-lo, se não incluirmos, como objeto de atenção, todos envolvidos na situação.
Não há como indicar receitas, mas precisamos colocar o tema em foco, realizar debates nos diversos espaços sociais, visando gerar sensibilização sobre a questão. No momento em que a sociedade civil se organizar para cobrar, sem sombra de dúvida, exercerá um importante papel de fomentar o correto funcionamento da rede de justiça -do policial ao juiz, incluindo o legislador.
"Faz parte do caminho de construção de uma cidadania plena
a retomada de nosso sentimento de potência, de pró-atividade,
de autoria, de capacidade de influir, de fazer diferença."
Carlos Eduardo Zum
Jésus Cássio de Abreu Júnior, 1º Tenente da PMMG
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Comentários
Comentários
Adriana Rezende Faria Taets - São Paulo(SP) - 07/02/2008 - 06:58
Concordo com o fato de que temos que colocar o tema em foco. É preciso conscientizar o motorista. É preciso educar o motorista. Olhando para a realidade do trânsito, principalmente nas grandes cidades, é fácil perceber o quanto essa questão tem passado ao largo das polÃticas públicas e da preocupação da sociedade civil. Sem dúvida muita coisa já tem sido feita, mas, concordo com você, Jésus, é preciso colocar o tema em foco.
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Jésus Cássio - Manhuaçu(MG) - 07/02/2008 - 05:04
Infelizmente estamos nos acostumando a ouvir que as pessoas morrem de acidente de trânsito. Todos nós ficamos chocados com os acidentes aéreos, mas não podemos nos esquecer que a cada dois dias morrem nas rodovias, estradas, avenidas e ruas de nosso paÃs o equivalente a um avião da TAM.
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José Eduardo Bexiga - São Paulo(SP) - 12/02/2008 - 08:05
A alta letalidade do trânsito brasileiro, tanto urbano como rodoviário, justificam uma ação mais forte por parte do Estado nesse assunto. O novo Código de Trânsito já foi um avanço, mas ainda há muito a se fazer, em termos de polÃticas nacionais de trânsito.
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Jésus Cássio - Manhuaçu(MG) - 12/02/2008 - 10:12
Sem sombra de dúvida existe uma necessidade de aplicação plena e atuação mais incisiva do Estado pra fazer valer e, realmente, aplicar a legislação de trânsito.
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Walter Luiz - São Paulo SP(SP) - 28/02/2008 - 12:18
É lamentável. Estamos nos habituando a encarar as mortes e demais delitos de trânsito como algo natural. Isso tem que mudar.
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