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Insegurança pública carioca x direitos humanos policiais
Gleidison Antônio de Carvalho - Palmas(TO) - 14/07/2008
Tecer comentários sobre a segurança pública não é uma tarefa fácil. E muito menos para leigos, desavisados ou profissionais de outras áreas. O problema estrutural vai além das crÃticas ao sistema de abordagens e treinamento profissional carioca. Mas a moda é criticar.
Como aponta Ricardo Balestreli, "Direitos humanos é coisa de polÃcia!". Sim , é coisa de polÃcia, assim como saúde, educação, trabalho, moradia e SEGURANÇA também o são. A possibilidade de se proporcionar a segurança pública ao cidadão quando não se consegue ao menos garantir a sua própria ou a de seus entes familiares coloca o profissional encarregado pela aplicação da lei em xeque.
Por outro lado têm-se uma sociedade insegura, na qual vários problemas afloram em um duelo de gigantes onde a prepotência e a arrogância tomam formas singulares. Principalmente em épocas eletivas.
Aonde estão os Direitos Humanos dos policiais? Aonde estão os Direitos do cidadão nas ruas? Uma mescla de problemas culmina com a insatisfação global.
Os investimentos destinados à formação profissional é um avanço, claro. Os investimentos fornecidos também para a criação de novos telecentros educacionais, idem. Mas o problema é estrutural, a questão é macro e soluções paliativas tendem a minimizar os efeitos lesivos deste mal, são ações esporádicas que simplesmente respondem, de forma imediata, os desÃgnios midiáticos.
Mas se a moda é citicar, critiquem. Se a moda é elogiar, como o fizeram na pelÃculo "Tropa de Elite", que elogiem. Mas que sigam ao menos uma lógica, um norte. Dançar com a chuva é salutar, agora adquirir uma pneumonia e ainda rir, já é tolice.
Como aponta Ricardo Balestreli, "Direitos humanos é coisa de polÃcia!". Sim , é coisa de polÃcia, assim como saúde, educação, trabalho, moradia e SEGURANÇA também o são. A possibilidade de se proporcionar a segurança pública ao cidadão quando não se consegue ao menos garantir a sua própria ou a de seus entes familiares coloca o profissional encarregado pela aplicação da lei em xeque.
Por outro lado têm-se uma sociedade insegura, na qual vários problemas afloram em um duelo de gigantes onde a prepotência e a arrogância tomam formas singulares. Principalmente em épocas eletivas.
Aonde estão os Direitos Humanos dos policiais? Aonde estão os Direitos do cidadão nas ruas? Uma mescla de problemas culmina com a insatisfação global.
Os investimentos destinados à formação profissional é um avanço, claro. Os investimentos fornecidos também para a criação de novos telecentros educacionais, idem. Mas o problema é estrutural, a questão é macro e soluções paliativas tendem a minimizar os efeitos lesivos deste mal, são ações esporádicas que simplesmente respondem, de forma imediata, os desÃgnios midiáticos.
Mas se a moda é citicar, critiquem. Se a moda é elogiar, como o fizeram na pelÃculo "Tropa de Elite", que elogiem. Mas que sigam ao menos uma lógica, um norte. Dançar com a chuva é salutar, agora adquirir uma pneumonia e ainda rir, já é tolice.
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Um abraço
Preliminarmente parabenizo seu pioneirismo em trazer o Tocantins ao nosso Fórum. Quanto ao reconhecimento dos DH dos policiais, ainda temos um longo e ingrato caminho.
Para o governo, a baixa de policiais é um grande negócio, pois abre vagas em novos concursos, sempre uma fonte de arrecadação. As pensões a serem pagas são inexistentes ou pÃfias, não raras vezes só saem no governo seguinte - ou depois.
Para a sociedade o policial é uma mistura de "Robocop" - infalÃvel com boneco de judas - saco de pancadas-. Nosso povo já mostrou se adepto aos linchamentos fÃsicos e morais. Estarrecido, li a notÃcia de que o ator Jackson Antunes foi agredido em função de seu papel em uma novela. E o povo sabe que é ficção! O que não se faria com um policial vÃtima de uma notÃcia caluniosa veiculada na imprensa? É aterrorizante!