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Seguridade - Governo e Governança X
Armando Carlos Alves - S/Info() - 16/08/2009
CONCLUSÃO
Em termos conclusivos, é possível afirmar que "a governança da segurança pode dar lugar a muitas interpretações ou utilizações teóricas e normativas diferentes." Note-se, no entanto, que não está à vista o desaparecimento do actor Estado, que vai desdobrando os seus recursos e desenvolvendo as suas funções em concorrência com o sector privado e com as comunidades: retira-se de alguns domínios ao mesmo tempo que assume novos encargos. Atenta a diversidade de ameaças, ambientes, níveis e actores em questão, o Estado mantém-se ao leme, pois apenas ele, com a sua visão de conjunto do interesse público, tem condições para coordenar, avaliar e regular as iniciativas que tal complexidade promove.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Paulo Pereira de -Políticas de Segurança: Visão de Futuro. In Segurança e Defesa, nº 8. Loures: Diário de Bordo, 2008.
ALVES, Armando Carlos -Segurança o que é?. In Em Busca de uma Sociologia da Polícia. Lisboa: GNR, 2008.
BIGO, Didier -LEurope des polices et de la sécurité intérieure. Bruxelas: Editions Complexe, 1992.
BIGO, Didier -Polices en réseaux. Mayenne: Presses de Sciences PO, 1996.
DUPONT, Benoit -La gouvernance et la sécurité. In Traité de sécurité intérieure. Montréal: Hurtubise, 2007.
MOCKLE, Daniel -La gouvernance, le droit et lÉtat. Bruxelas: Bruylant, 2007.
ROCHÉ, Sébastian -Sociologie Politique de lInsécurité. Paris: PUF, 1998.
SARAIVA, Maria Francisca -Governance Um Caminho para a Segurança Cooperativa. Lisboa: ISCSP, 2001.
SCANDAMIS, Nicholas e BOSKOVITS, Kosmas -Governance as Security. Bruxelas: Bruylant, 2006.
TEIXEIRA, Nuno Severiano et al -Estudo para a Reforma do Modelo de Organização do Sistema de Segurança Interna. Lisboa: IPRI, 2006.
Em termos conclusivos, é possível afirmar que "a governança da segurança pode dar lugar a muitas interpretações ou utilizações teóricas e normativas diferentes." Note-se, no entanto, que não está à vista o desaparecimento do actor Estado, que vai desdobrando os seus recursos e desenvolvendo as suas funções em concorrência com o sector privado e com as comunidades: retira-se de alguns domínios ao mesmo tempo que assume novos encargos. Atenta a diversidade de ameaças, ambientes, níveis e actores em questão, o Estado mantém-se ao leme, pois apenas ele, com a sua visão de conjunto do interesse público, tem condições para coordenar, avaliar e regular as iniciativas que tal complexidade promove.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Paulo Pereira de -Políticas de Segurança: Visão de Futuro. In Segurança e Defesa, nº 8. Loures: Diário de Bordo, 2008.
ALVES, Armando Carlos -Segurança o que é?. In Em Busca de uma Sociologia da Polícia. Lisboa: GNR, 2008.
BIGO, Didier -LEurope des polices et de la sécurité intérieure. Bruxelas: Editions Complexe, 1992.
BIGO, Didier -Polices en réseaux. Mayenne: Presses de Sciences PO, 1996.
DUPONT, Benoit -La gouvernance et la sécurité. In Traité de sécurité intérieure. Montréal: Hurtubise, 2007.
MOCKLE, Daniel -La gouvernance, le droit et lÉtat. Bruxelas: Bruylant, 2007.
ROCHÉ, Sébastian -Sociologie Politique de lInsécurité. Paris: PUF, 1998.
SARAIVA, Maria Francisca -Governance Um Caminho para a Segurança Cooperativa. Lisboa: ISCSP, 2001.
SCANDAMIS, Nicholas e BOSKOVITS, Kosmas -Governance as Security. Bruxelas: Bruylant, 2006.
TEIXEIRA, Nuno Severiano et al -Estudo para a Reforma do Modelo de Organização do Sistema de Segurança Interna. Lisboa: IPRI, 2006.
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