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As regras mínimas da ONU para tratamento de presos
João Nazareno Nascimento Moraes Moraes - Belém(PA) - 23/10/2009
As regras mínimas para tratamento dos presos previstas pela ONU não necessitam, com todo o respeito que merece o Jurista Edmundo, Oliveira de revisão para adaptação diante do Direito Penal do Futuro, e sim de efetivo cumprimento das mesmas, através de fiscalização rigorosa por quem de direito. O que desde os primeiros tempos, na prática, do bom zelo pela coisa pública, tem sido secreta e selvagem, diante de facilitadores de mecanismos modernos em favor do capital. Esse, sempre apresentado como solução por vendedores de ilusões, que como ilusões mercadológicas, nunca se concretizaram no controle eficaz do crime e do criminoso, pois, para cada nova invenção do capital nada humanista, ele mesmo, inventa o antídoto para permanência em pleno vapor da sua fabrica de marginais, que lhe sustenta. Será mesmo, que um Fernandinho beira-mar, não vai colocar o chip que lhe for implantado em outro comerciante do crime paralelo. Quero apenas afirmar aos que gostam muito de viajar no capital de suas sobrevivências, que na verdade o que nunca aconteceu para a plenitude dos direitos humanos de todos foi (com exceção de Jesus Cristo) um vendedor de verdades sem a presença do capital pelo capital em suas indicações. Devido á sua natureza financeira, a criminalidade de todos os tempos apresenta uma carga de dupla destruição do humano ao competir com o capital selvagem colocando nos mercados ainda mais marginais sociais para o efetivo surgimento do marginal profissional, já que o capital selvagem sempre lutou em favor do monopólio e controle dos marginais sociais. O estudo de novas invenções é semelhante ao surgimento da roda, da eletricidade e tantos outros, que em nada melhoraram o sistema de segurança do medo do homem enquanto mercadoria. Quando uma modernidade entrar no mercado e ficar perto dos consumidores, não podemos dizer nada, nada mesmo, pois, os capitalistas selvagens dizem falsidades para quebrar o novo conceito. Os modernos equipamentos, para a segurança pública, ou privada, deveriam funcionar como um tônico revígorante da perda do medo, e não da alienação cega ou da tradição de mercado, que não enxerga o universo humanístico e, sim a decodificação do que se tem em capital.


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