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Polícia Comunitária e Inteligência
Diogo Marques de Almeida - São Gabriel da Cachoeira(AM) - 31/10/2009
A questão da segurança pública no Brasil, apesar de apresentar-se caótica, vislumbra uma "luz no fim do túnel": cresce a cada dia os adeptos à filosofia de Polícia Comunitária. Note que eu disse "filosofia" e não política policial...
Além de todos os pontos positivos desta filosofia, como por exemplo, a participação da sociedade na manutenção da segurança (vide Art 144, CF/1988), a integração social, a presença do Estado, o foco na solução dos problemas em suas causas (e não nos efeitos), a prevenção (e não a repressão), ainda podemos notar que o fluxo de informações seguirá um caminho mais natural, pois as informações virão de quem sente o problema na realidade, que é a população.
Falta agora os sistemas de informação se integrarem, de modo que as mesmas sejam coletadas, armazenadas, avaliadas, processadas quantitativa e qualitativamente e utilizadas na prevenção. As polícias militar e civil deveriam ter um mesmo banco de dados. É claro que a polícia judiciária atuará no campo investigativo, mas poderá usar suas informações como fontes de planejamento estratégico, a nível de inteligência, para auxiliar as PM's na busca pela prevenção.
Importantes são os CONSEG's, que se mostram uma boa fonte de infoemações, e devem ser explorados de forma interdisciplinar, para um melhor aproveitamento.
As informações vindas destes conselhos, poderão ser úteis se seguirem corretamente o fluxo e se constarem todos os elementos essenciais que o gestor necessitar.
A inteligência está ganhando novos contornos no Brasil, deixando de ser orientada para a persecução criminal, mas "guiando a investigação criminal", no intuito de prevenir as ocorrências.
Nada disso será suficiente se, simultâneamente, o Estado não promover políticas públicas que diminuam as desigualdades sociais, pois estas são as verdadeiras causas da criminalidade. Mais uma vez eu reforço: solução de problemas é 100% recomendável se atuar nas causas, e não nos efeitos.
Além de todos os pontos positivos desta filosofia, como por exemplo, a participação da sociedade na manutenção da segurança (vide Art 144, CF/1988), a integração social, a presença do Estado, o foco na solução dos problemas em suas causas (e não nos efeitos), a prevenção (e não a repressão), ainda podemos notar que o fluxo de informações seguirá um caminho mais natural, pois as informações virão de quem sente o problema na realidade, que é a população.
Falta agora os sistemas de informação se integrarem, de modo que as mesmas sejam coletadas, armazenadas, avaliadas, processadas quantitativa e qualitativamente e utilizadas na prevenção. As polícias militar e civil deveriam ter um mesmo banco de dados. É claro que a polícia judiciária atuará no campo investigativo, mas poderá usar suas informações como fontes de planejamento estratégico, a nível de inteligência, para auxiliar as PM's na busca pela prevenção.
Importantes são os CONSEG's, que se mostram uma boa fonte de infoemações, e devem ser explorados de forma interdisciplinar, para um melhor aproveitamento.
As informações vindas destes conselhos, poderão ser úteis se seguirem corretamente o fluxo e se constarem todos os elementos essenciais que o gestor necessitar.
A inteligência está ganhando novos contornos no Brasil, deixando de ser orientada para a persecução criminal, mas "guiando a investigação criminal", no intuito de prevenir as ocorrências.
Nada disso será suficiente se, simultâneamente, o Estado não promover políticas públicas que diminuam as desigualdades sociais, pois estas são as verdadeiras causas da criminalidade. Mais uma vez eu reforço: solução de problemas é 100% recomendável se atuar nas causas, e não nos efeitos.
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Ficar enumerando aqui, não vai resolver o problema.
A questão é que a violência não é nada mais, do que um filão que encontrou brechas na fraqueza humana, para se manifestar. E esta fraqueza se deu em razão da falta de conhecimento, cultura de qualidade e de valores, familiares e religiosos. Tudo é o sistema operacional do nosso cérebro, nossa máquina. Sem esses "programas", como podemos entender e compreender o que se passa na nossa vida, de errado ou de coisas que achamos ser injustas ? Elas são realmente injustas ou será que não estamos tendo o discernimento necessário para analisar o problema e agir com racionalidade e em razão disso, partimos com tudo, pra cima daqueles que nos machucaram ? Não será isso uma violência ?
Todos estamos matriculados na escola da vida e infelizmente uma grande maioria é reprovada todos os anos, tendo que repeti e passarr, mais uma vês, pelo mesmo caminho tortuoso.
Isso porque, aquelas pedras que tropeçamos lá atráz (que Carlos Drumond lá havia nos alertado em seu poema) foram provas e exames para testar a nossa capacidade de entendimento sobre circunstâncias adversas e quanto mais aprendermos, menos sofrida será as lições que hão de vir.
Adquira mais conhecimento; valorize a cultura de qualidade; aproxime-se de Deus da forma que julgar mais conveniente e aprenda a conhecer os ensinamentos da Bíblia. Passe esse legado aos seus filhos e aos jovens. Não deixe que a globalização promova o afastamento dos seus familiares entre si. Não perca sua família de vista.
A violência e a criminalidade são resultado da falta de valores e que apostaram na violência (como crianças rebeldes, apesar de portarem armas) para se impor e também suas vontades.
Toda violência é perfeitamente um fato previsível. O que muda é a forma como lidamos com nossos problemas, frustrações e adverisdades diversas. Agíamos diferentes, frente aos mesmos estímulos e agora, com falta generalizade de valores e o aumento da violência, uma grande maioria reage simultaneamente aos mesmos estímulos, ou seja, revolta de uns e revide de muitos. Em qual desses você se encaixa ?
Existe solução, acredito sinceramente que sim, mas não uma única, mas sim ações fragmentadas e dirigidas à vários setores e de forma simultânea, à medida do possível, é claro.
Mas é imprescindível que haja um começo, e logo.
Amadeu Epifânio
Projeto Conscientizar
VIVER BEM É POSSÍVEL !