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Conexão impossÃvel: drogas e Paternidade Responsável
Richardson dos Santos Luz - Porto Alegre(RS) - 08/12/2009
Determinados fenômenos sociais não estão devidamente dimensionados, dificultando as correlações entre eles e conseqüentemente, impedindo o surgimento de polÃticas públicas eficazes. Um desses fenômenos refere-se ao abuso de substâncias psicoativas (SPA) também conhecidas como drogas. O termo abuso, para o Instituto Nacional contra o Abuso de Drogas dos Estados Unidos (National Institute for Drug Abuse - NIDA), subentende o uso normal de qualquer droga ilÃcita e o uso abusivo de drogas lÃcitas.
Drogas lÃcitas e ilÃcitas ou SPA são substâncias que após serem inseridas na corrente sanguÃnea, via oral -fumando ou ingerindo; aérea -cheirando, inalando ou aspirando, ou intravenosa -através de injeções, provocam no usuário modificações de comportamento e percepção e nesse ponto, a maioria das pessoas já não responde mais por seus atos, daà os freqüentes casos de assassinatos, estupros e outros crimes relacionados ao estado de ânimo do autor do fato.
Deve-se deixar claro que há uma diferença entre o uso ocasional de drogas e a dependência quÃmica. Uso ocasional inclui o uso de qualquer droga ilÃcita de forma esporádica, sem uma frequência determinada. É quando o usuário utiliza a SPA num encontro com amigos ou alguma comemoração. Normalmente este uso causa algum problema perfeitamente contornável no trabalho, em casa, ou entre amigos não usuários. O dependente quÃmico, pelo contrário, vive em função da droga e faz tremendos esforços para adquiri-la e disfarçar o uso. É desse tipo de usuário e dos problemas relacionados à dependência quÃmica que se falará neste artigo, relacionando esses problemas com a nobre missão da Paternidade Responsável.
O princÃpio da paternidade responsável foi eleito como prioridade absoluta para a proteção integral a crianças e adolescentes na Constituição Federal de 1988, artigo 227, e inclui a preocupação com a formação do cidadão de amanhã e não só a famÃlia, mas também a sociedade, e o Estado possuem responsabilidade nessa formação, mas "Nada justifica livrar o genitor das obrigações decorrentes do poder familiar, que surgem desde a concepção do filho" .
Em São Paulo e em São Sebastião do Caà - RS houve programas intensos de estÃmulo ao reconhecimento formal da paternidade de seus filhos. No entanto relegar à paternidade responsável única e exclusivamente o simples reconhecimento formal de paternidade é "no mÃnimo, amesquinhar a paternidade" . Até mesmo nas escrituras sagradas há conselhos para os pais, responsabilizando-os com sua criação; "instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" . Nesse sentido, toda a paternidade deve ser planejada, e acima de tudo, os responsáveis devem instruir os filhos nos costumes e regras sociais vigentes, deve-se também, como pais (ou cuidadores) prover o bem estar alimentÃcio, financeiro, espiritual e acadêmico à s crianças.
Nesse sentido, como pode um pai envolvido com drogas, bebidas alcoólicas em excesso e noitadas em bares cumprir esse chamado? Como pode um pai que só pensa em saciar sua vontade de usar drogas ser um pai responsável? Como pode um pai ser responsabilizado pelas agressões que comete a seus filhos ou esposa, quando sob o efeito de SPA?
Estudos sociológicos apontam que as drogas, em geral o álcool, as anfetaminas, a cocaÃna e seus derivados inclusive o crack e outros estimulantes são os principais aditivos relatados em episódios violentos. Alguns estudos, no entanto, não consideram conclusivos os resultados de diversas pesquisas cientÃficas relacionando drogas e violência, no entanto, algumas ações que limitaram o acesso ao álcool, como por exemplo, o fechamento dos bares da periferia à s 23h na cidade de Diadema -São Paulo, até então considerada um dos locais mais violentos do Brasil, provocaram uma radical queda nos Ãndices de homicÃdios da região, como relata o site da Agência Brasil de Comunicação.
"Nos anos 90, Diadema registrava uma das maiores taxas de homicÃdios do paÃs. Em 1999, foram registrados 374 assassinatos. Um conjunto de polÃticas públicas bem-sucedidas, que tem como principal eixo o fechamento de bares à s 23h, diminuiu gradativamente o número de casos. Em 2007, último balanço anual consolidado, ocorreram 80 mortes".
Normalmente o abuso de drogas e os problemas que dele decorrem afetam em primeiro lugar e principalmente a famÃlia do usuário. O fato é que as SPA provocam distorções, à s vezes radicais, na percepção e no comportamento dos indivÃduos que as utilizam ou fazem uso abusivo delas.
Não há como conciliar numa mesma vida e num mesmo lar o fenômeno da drogadição e a paternidade responsável, trata-se de uma conexão impossÃvel e isso é inegável. A grande maioria dos casos de violência contra crianças está calcada no abuso de drogas.
A figura paterna assume enorme importância na vida familiar que qualquer criança. Existem estudos que comprovam que um relacionamento bom com o pai (ou de quem representa a figura paterna) protege os jovens de experiências com drogas. Isso não significa que apenas pelo fato de haver um pai dentro de casa, um filho não irá usar drogas, milhares de crianças no Brasil são criadas somente pelas mães e, no entanto, não são usuárias de drogas, tornaram-se estudantes talentosos ou profissionais dedicados. As mães brasileiras, muitas vezes fazem um duplo papel, já que os verdadeiros pais fogem da responsabilidade, ou simplesmente é melhor que não estejam presentes devido a seu estado psicológico.
Ser pai envolve uma série de atitudes responsáveis que protegem os jovens. Além de ser pai de fato, deve-se reconhecer a paternidade e assumir as responsabilidades decorrentes dessa condição. O pai ou cuidador deve controlar as condições do ambiente familiar no que concerne ao acesso a drogas. No seio de uma famÃlia existem tantos fatores protetivos (que evitam uma experiência com drogas) quantos fatores de risco (que facilitam experiências com drogas). Entre os fatores que protegem os jovens de experiências com drogas lÃcitas e ilÃcitas, por exemplo, é a não tolerância dos pais com respeito ao uso de bebidas alcoólicas, ou seja, pais permissivos com relação ao álcool podem ter algum dia uma triste surpresa; seu filho ou filha e chegarem em casa completamente embriagados. Isso pode significar o inÃcio de uma história de dependência quÃmica de álcool e sucessivas internações em clÃnicas ou comunidades terapêuticas.
O mesmo ocorre em relação ao cigarro (tabaco), que desenvolve dependência muito facilmente. Atualmente percebe-se que diversos estudos apontam para um inÃcio cada vez mais cedo (em média 13 anos de idade) do hábito de fumar. O perigoso nisso tudo é que estudos apontam o álcool e o tabaco como as verdadeiras portas de entrada para o uso de outras substâncias mais tóxicas. Pesquisa realizada no México com usuários de drogas ilÃcitas (maconha, cocaÃna e crack), revelou que todos eles começaram com tabaco e álcool, para depois avançar para as SPA ilÃcitas.
A permissividade com relação a álcool e tabaco pode levar o jovem a querer experimentar outras substâncias para "ver o que é que dá", nesse sentido, também a curiosidade funciona como fator de risco ao abuso de drogas. O fator de proteção à curiosidade é o conhecimento sobre os efeitos das principais drogas de abuso. Assim, o diálogo e a confiança entre pai e filhos são de suma importância para se evitar o abuso precoce de drogas.
Mas, se o problema estiver justamente aÃ? Ou seja, se o próprio pai ou cuidador é dependente quÃmico? Como pode um pai responsabilizar-se pela vida que ajudou a colocar no mundo, se a sua prioridade é conseguir a droga? Como pode um pai dispor de tempo para uma criança, educá-la e dar a ela carinho e amor, se o que ele mais ama na vida é a SPA? O ato de ser pai (biológico ou não) é um ato de amor que exige muitas vezes abnegação, dedicação e paciência, e um dependente quÃmico não possui estas qualidades por estar doente demais para cuidar de outros assuntos. Um dependente quÃmico é um doente e precisa de ajuda urgentemente, mesmo que no momento da abordagem ele afirme que está bem, que não precisa de ajuda.
Um pai responsável fica alerta para pequenos episódios que possam levar à crença de que usar drogas é "normal", o que muitas vezes começa em nossa famÃlia como uma brincadeira (molhar a chupeta da criança no vinho, Por exemplo) pode muitas vezes desencadear uma série de eventos desagradáveis que irão culminar num jovem irresponsável e numa pessoa totalmente desinteressada pela sua condição de paternidade. Nesses casos seria fácil deduzir que a paternidade responsável (e a irresponsável) se reproduz de geração em geração. Alguém disse: "Como pode um jovem que nunca foi amado, amar?".
Richardson Luz é sociólogo e coordenador do Núcleo de Prevenção à s Drogas e à Dependência QuÃmica da ONG Brasil Sem Grades.
Drogas lÃcitas e ilÃcitas ou SPA são substâncias que após serem inseridas na corrente sanguÃnea, via oral -fumando ou ingerindo; aérea -cheirando, inalando ou aspirando, ou intravenosa -através de injeções, provocam no usuário modificações de comportamento e percepção e nesse ponto, a maioria das pessoas já não responde mais por seus atos, daà os freqüentes casos de assassinatos, estupros e outros crimes relacionados ao estado de ânimo do autor do fato.
Deve-se deixar claro que há uma diferença entre o uso ocasional de drogas e a dependência quÃmica. Uso ocasional inclui o uso de qualquer droga ilÃcita de forma esporádica, sem uma frequência determinada. É quando o usuário utiliza a SPA num encontro com amigos ou alguma comemoração. Normalmente este uso causa algum problema perfeitamente contornável no trabalho, em casa, ou entre amigos não usuários. O dependente quÃmico, pelo contrário, vive em função da droga e faz tremendos esforços para adquiri-la e disfarçar o uso. É desse tipo de usuário e dos problemas relacionados à dependência quÃmica que se falará neste artigo, relacionando esses problemas com a nobre missão da Paternidade Responsável.
O princÃpio da paternidade responsável foi eleito como prioridade absoluta para a proteção integral a crianças e adolescentes na Constituição Federal de 1988, artigo 227, e inclui a preocupação com a formação do cidadão de amanhã e não só a famÃlia, mas também a sociedade, e o Estado possuem responsabilidade nessa formação, mas "Nada justifica livrar o genitor das obrigações decorrentes do poder familiar, que surgem desde a concepção do filho" .
Em São Paulo e em São Sebastião do Caà - RS houve programas intensos de estÃmulo ao reconhecimento formal da paternidade de seus filhos. No entanto relegar à paternidade responsável única e exclusivamente o simples reconhecimento formal de paternidade é "no mÃnimo, amesquinhar a paternidade" . Até mesmo nas escrituras sagradas há conselhos para os pais, responsabilizando-os com sua criação; "instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" . Nesse sentido, toda a paternidade deve ser planejada, e acima de tudo, os responsáveis devem instruir os filhos nos costumes e regras sociais vigentes, deve-se também, como pais (ou cuidadores) prover o bem estar alimentÃcio, financeiro, espiritual e acadêmico à s crianças.
Nesse sentido, como pode um pai envolvido com drogas, bebidas alcoólicas em excesso e noitadas em bares cumprir esse chamado? Como pode um pai que só pensa em saciar sua vontade de usar drogas ser um pai responsável? Como pode um pai ser responsabilizado pelas agressões que comete a seus filhos ou esposa, quando sob o efeito de SPA?
Estudos sociológicos apontam que as drogas, em geral o álcool, as anfetaminas, a cocaÃna e seus derivados inclusive o crack e outros estimulantes são os principais aditivos relatados em episódios violentos. Alguns estudos, no entanto, não consideram conclusivos os resultados de diversas pesquisas cientÃficas relacionando drogas e violência, no entanto, algumas ações que limitaram o acesso ao álcool, como por exemplo, o fechamento dos bares da periferia à s 23h na cidade de Diadema -São Paulo, até então considerada um dos locais mais violentos do Brasil, provocaram uma radical queda nos Ãndices de homicÃdios da região, como relata o site da Agência Brasil de Comunicação.
"Nos anos 90, Diadema registrava uma das maiores taxas de homicÃdios do paÃs. Em 1999, foram registrados 374 assassinatos. Um conjunto de polÃticas públicas bem-sucedidas, que tem como principal eixo o fechamento de bares à s 23h, diminuiu gradativamente o número de casos. Em 2007, último balanço anual consolidado, ocorreram 80 mortes".
Normalmente o abuso de drogas e os problemas que dele decorrem afetam em primeiro lugar e principalmente a famÃlia do usuário. O fato é que as SPA provocam distorções, à s vezes radicais, na percepção e no comportamento dos indivÃduos que as utilizam ou fazem uso abusivo delas.
Não há como conciliar numa mesma vida e num mesmo lar o fenômeno da drogadição e a paternidade responsável, trata-se de uma conexão impossÃvel e isso é inegável. A grande maioria dos casos de violência contra crianças está calcada no abuso de drogas.
A figura paterna assume enorme importância na vida familiar que qualquer criança. Existem estudos que comprovam que um relacionamento bom com o pai (ou de quem representa a figura paterna) protege os jovens de experiências com drogas. Isso não significa que apenas pelo fato de haver um pai dentro de casa, um filho não irá usar drogas, milhares de crianças no Brasil são criadas somente pelas mães e, no entanto, não são usuárias de drogas, tornaram-se estudantes talentosos ou profissionais dedicados. As mães brasileiras, muitas vezes fazem um duplo papel, já que os verdadeiros pais fogem da responsabilidade, ou simplesmente é melhor que não estejam presentes devido a seu estado psicológico.
Ser pai envolve uma série de atitudes responsáveis que protegem os jovens. Além de ser pai de fato, deve-se reconhecer a paternidade e assumir as responsabilidades decorrentes dessa condição. O pai ou cuidador deve controlar as condições do ambiente familiar no que concerne ao acesso a drogas. No seio de uma famÃlia existem tantos fatores protetivos (que evitam uma experiência com drogas) quantos fatores de risco (que facilitam experiências com drogas). Entre os fatores que protegem os jovens de experiências com drogas lÃcitas e ilÃcitas, por exemplo, é a não tolerância dos pais com respeito ao uso de bebidas alcoólicas, ou seja, pais permissivos com relação ao álcool podem ter algum dia uma triste surpresa; seu filho ou filha e chegarem em casa completamente embriagados. Isso pode significar o inÃcio de uma história de dependência quÃmica de álcool e sucessivas internações em clÃnicas ou comunidades terapêuticas.
O mesmo ocorre em relação ao cigarro (tabaco), que desenvolve dependência muito facilmente. Atualmente percebe-se que diversos estudos apontam para um inÃcio cada vez mais cedo (em média 13 anos de idade) do hábito de fumar. O perigoso nisso tudo é que estudos apontam o álcool e o tabaco como as verdadeiras portas de entrada para o uso de outras substâncias mais tóxicas. Pesquisa realizada no México com usuários de drogas ilÃcitas (maconha, cocaÃna e crack), revelou que todos eles começaram com tabaco e álcool, para depois avançar para as SPA ilÃcitas.
A permissividade com relação a álcool e tabaco pode levar o jovem a querer experimentar outras substâncias para "ver o que é que dá", nesse sentido, também a curiosidade funciona como fator de risco ao abuso de drogas. O fator de proteção à curiosidade é o conhecimento sobre os efeitos das principais drogas de abuso. Assim, o diálogo e a confiança entre pai e filhos são de suma importância para se evitar o abuso precoce de drogas.
Mas, se o problema estiver justamente aÃ? Ou seja, se o próprio pai ou cuidador é dependente quÃmico? Como pode um pai responsabilizar-se pela vida que ajudou a colocar no mundo, se a sua prioridade é conseguir a droga? Como pode um pai dispor de tempo para uma criança, educá-la e dar a ela carinho e amor, se o que ele mais ama na vida é a SPA? O ato de ser pai (biológico ou não) é um ato de amor que exige muitas vezes abnegação, dedicação e paciência, e um dependente quÃmico não possui estas qualidades por estar doente demais para cuidar de outros assuntos. Um dependente quÃmico é um doente e precisa de ajuda urgentemente, mesmo que no momento da abordagem ele afirme que está bem, que não precisa de ajuda.
Um pai responsável fica alerta para pequenos episódios que possam levar à crença de que usar drogas é "normal", o que muitas vezes começa em nossa famÃlia como uma brincadeira (molhar a chupeta da criança no vinho, Por exemplo) pode muitas vezes desencadear uma série de eventos desagradáveis que irão culminar num jovem irresponsável e numa pessoa totalmente desinteressada pela sua condição de paternidade. Nesses casos seria fácil deduzir que a paternidade responsável (e a irresponsável) se reproduz de geração em geração. Alguém disse: "Como pode um jovem que nunca foi amado, amar?".
Richardson Luz é sociólogo e coordenador do Núcleo de Prevenção à s Drogas e à Dependência QuÃmica da ONG Brasil Sem Grades.
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Não se prvine o filho das drogas, dizendo pra eles que a droga é ruim, mas sim, dando à eles a segurança emocional que eles precisam, através da simples presença na vida deles, com afeto, diálogo e cumplicidade.
Pais são como técnicos (de voleibol, por exemplo), que podem interromper a partida à qualquer momento para passar instruções, sempre que o time não estiver rendendo. Da mesma forma, os pais devem fazer parar os filhos e passar-lhes as instruções que eles precisam, para o dia-a-dia de suas vidas. Fazendo isso, os filhos saberão que tem um pai (ou mãe) que se preocupa e que está sempre presente. É esta segurança e confiança na famÃlia, que se previne as drogas. Não se pode evitar que eles, um dia, batam de frente com as drogas mas, é certeza que, com os pais agindo assim, não haverá argumento de traficante que vá encantar os ouvidos dos filhos.
Drogas, tabaco, álcool, jogos de azar e outros vÃcios, assim como apegos exagerados por times de futebol, artistas e cantores e suas bandas, na verdade refletem uma carência excessiva e exacerbada, cuja a mesma não esteja conseguindo administrar, pela falta de um melhor conteúdo cultural.
Frustrações, decepções, sentimentos de raiva, ódio, tristeza profunda, merecem uma atenção especial, principalmente se a faixa etária for jovem. Chegue perto, sem briga ou cobrança, converse, extraia os motivos de estar se sentindo daquela forma, procure aconselhar, mas principalmente, tente acalmar, fazê-la esfriar a cabeça e as emoções, para depois decidir o que irá fazer e como isso será feito. Eles precisam ter pessoas de confiança, em casa, para se abrir e desabafar, de vês em quando, do contrário, outros (?) o farão, com outros recursos.
O que precisamos ter, como propósito de educação aos filhos, é o caráter, pois, o caráter será, para os jovens, o sistema operacional, assim como o Office é para o computador e que, sem ambos, ninguém vai à lugar algum e muito menos, sai do lugar. Sem o caráter, nossos filhos acabarão se tornando polÃticos ou empresários corruptos e eu acho que estamos esperando um pouco mais para eles.