Parcerias
Esse é o conteúdo alternativo
apoio
Esse é o conteúdo alternativo
Seja um Doador
Contribua e nos ajude a construir uma nova forma de falar sobre segurança pública no Brasil.
Boletim
Receba mensalmente nosso informativo com as notícias e os eventos mais importantes ligados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Artigos
Agenda
Violência no trânsito
Juliana Vinuto - Barueri(SP) - 13/01/2010
O problema da violência assusta cada vez mais os cidadãos no mundo atual. Porém, vale lembrar que os "cidadãos de bem" tem papel ativo, direto e claro no problema, já que a maioria das pessoas admite quebrar as regras do jogo de vez em quando. Submetemos a lei aos nossos interesses e ficamos inconformados quando o outro motorista ou pedestre faz o mesmo.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) já considerou como epidemia os acidentes de trânsito, devido à alta taxa de mortes que produz: Em 1999 as mortes no trânsito ocupavam a 9° posição dentre as principais causas de morte no mundo, e está previsto que em 2025 torne-se a 3° maior causa de morte. Os principais atingidos são homens entre 15 a 25 anos, oriundos de países da América Latina, África e Ásia.
Mostra-se necessário uma educação para o trânsito que não foque apenas em normas, mas que trabalhe também com uma problematização da violência. Vemos em propagandas de televisão que o público focado é a juventude, há vários trabalhos com crianças (veja aqui), mas falta um trabalho sistemático com o público adulto objetivando incentivar a aquisição de valores e posturas voltados ao bem comum. Essa preocupação é uma constante, tanto que o Tema da Semana Nacional de Trânsito de 2009 foi educação no trânsito. Segundo consta no próprio site: "Não bastassem a imprudência, a imperícia e a negligência humanas, principais fatores responsáveis pela ocorrência de, aproximadamente, 35 mil mortes anuais por acidentes de trânsito, há também o que se pode denominar de crise ética em nossa sociedade. Crise esta manifestada em cenas de agressão e de violência no trânsito, estampadas diariamente nas manchetes dos jornais em todo o país".
Esperamos que essa tal "crise ética" seja solucionada, pois mesmo que não resolva todos os problemas de violência no trânsito, mudaria a postura individual dos cidadãos para que estes estivessem menos dispostos a "quebrar as regras". Se construiria uma metodologia de educar primeiro e reprimir depois, que poderia ter resultados bem mais profundos e vantajosos para a sociedade civil.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) já considerou como epidemia os acidentes de trânsito, devido à alta taxa de mortes que produz: Em 1999 as mortes no trânsito ocupavam a 9° posição dentre as principais causas de morte no mundo, e está previsto que em 2025 torne-se a 3° maior causa de morte. Os principais atingidos são homens entre 15 a 25 anos, oriundos de países da América Latina, África e Ásia.
Mostra-se necessário uma educação para o trânsito que não foque apenas em normas, mas que trabalhe também com uma problematização da violência. Vemos em propagandas de televisão que o público focado é a juventude, há vários trabalhos com crianças (veja aqui), mas falta um trabalho sistemático com o público adulto objetivando incentivar a aquisição de valores e posturas voltados ao bem comum. Essa preocupação é uma constante, tanto que o Tema da Semana Nacional de Trânsito de 2009 foi educação no trânsito. Segundo consta no próprio site: "Não bastassem a imprudência, a imperícia e a negligência humanas, principais fatores responsáveis pela ocorrência de, aproximadamente, 35 mil mortes anuais por acidentes de trânsito, há também o que se pode denominar de crise ética em nossa sociedade. Crise esta manifestada em cenas de agressão e de violência no trânsito, estampadas diariamente nas manchetes dos jornais em todo o país".
Esperamos que essa tal "crise ética" seja solucionada, pois mesmo que não resolva todos os problemas de violência no trânsito, mudaria a postura individual dos cidadãos para que estes estivessem menos dispostos a "quebrar as regras". Se construiria uma metodologia de educar primeiro e reprimir depois, que poderia ter resultados bem mais profundos e vantajosos para a sociedade civil.
- Por favor, se logue ou se registre para poder enviar comentários
para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Fórum de Segurança Pública, e adicione seus comentários em seguida.

Traduzindo, cada um fazx o que faz, sofre o que sofre e até morre de várias formas, sem se quer descobrir porquê.
Basta vermos as tentativas de se tentar explicar o inexplicável, quando vemos jovens (e quase adultos) fazendo rachas; quando vemos motoristas não levarem em conta a família que estão conduzindo, na hora de fazer uma ultrapassagem perigosa; quando vemos que mortes estúpidas no trânsito, são causadas em decorrência de ingestão de álcool.
Será preciso mais, para conter essas mortes e reduzir as estatísticas. Será preciso apreender (em caráter definitivo) o carro do infrator, que for pego em rachas ou sob efeito de álcoo. Será preciso perder o carro, antes do que a vida.
Fiança, para tirar um mauricinho da cadeia, será equivalente ao valor do carro, mesmo não recuperando de volta o veículo.
Vemos os flagrantes nos telejornais, com frequência e a justiça os solta por falta de flagrantes. E se forem fotografados e filmados (individualmente) + a placa do seu veículo ? Serviria como prova ? Poderia pagar por material deste tipo, à pessoas que entregasse esses vídeos efotos à polícia.
Eles podem "escorregar" da justiça por terem algum tipo de proteção ou imunidade, mas diante de evidências, será bem mais difícil. Se perdem os carros CAROS, já terá valido à pena.
Porque mauricinhos, que eu saiba, não anda de fusca.
Só a policia na rua, fiscalizando e parando os veículos para verifica-los junto aos condutores é que dá bons resultados porém este é um caminho que não vemos como escolha dos nossos governantes e enquanto isso sofre a sociedade.
Tantas vezes liguei para 190 para conta de veículos sendo conduzidos de forma insegura e até mesmo suspeita. Nunca recebi um retorno para dar satisfação ou complementar informações...