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Um drama brasileiro
Robson Sávio Reis Souza - Belo Horizonte(MG) - 28/01/2010
O ano de 2009 terminou com um balanço pouco animador na política nacional de segurança pública. Não obstante algumas conquistas, a década de 2000-2009 foi a continuidade de um flagelo na área da segurança. Apesar da diminuição de alguns indicadores de crimes violentos observados na segunda metade dessa década a partir de 2005, o balanço final mostra que não temos motivos para comemorar. O número de mortes por homicídio no Brasil é vergonhosamente assustador: cerca de 37 mil brasileiros perdem a vida por ano. Em sua maioria jovens, na faixa etária entre 14 e 29 anos, pobres e negros. Este também é o perfil dos novos presidiários que entram em idade cada vez mais tenra em nossas prisões - verdadeiras masmorras que não recuperam nem integram os infratores à sociedade. Prova disso é que as taxas de reincidência no país chegam a alarmantes 80%.

Como se não bastasse o número de homicídios - a maioria fruto do adensamento do tráfico de drogas no país, mas uma grande quantidade motivada por questões banais, devido ao número crescente de armas em poder dos cidadãos -, outros indicadores de causas externas de mortalidade nos envergonham: são cerca de 36 mil mortes por ano no trânsito, essa nova máquina de matar que continua gerando novos criminosos sem nenhuma punição. Isto porque nossa legislação não considera os assassinatos praticados por motoristas drogados, bêbados, irresponsáveis, em veículos sem condições de uso, como crimes dolosos. Afinal, até bem pouco tempo o automóvel era acessível somente às elites que continuam impunes, num país cujo sistema de justiça criminal é leniente, moroso e altamente seletivo -às vezes eficiente na punição de ladrões de chinelo, mas por outro lado, crimes do trânsito, do colarinho branco, da corrupção são quase invisíveis para uma justiça, em boa medida, cega e muda frente ao poder econômico.

A taxa de apuração de crimes pelas polícias é absurda. Homicídio, o crime mais violento, que atenta contra a vida humana, tem taxa de resolutividade de cerca de 7 a 10 %. Ou seja, de cada 100 homicídios, somente 7 a 10 autores desses crimes são efetivamente punidos. Com esse nível de ineficiência a impunidade campeia em nossas plagas. E como resultado desse descalabro, o cidadão, desconfiado do sistema de proteção e defesa social, deixa de notificar a maioria dos crimes, dificultando ainda mais o planejamento estratégico e a gestão policial.

Verifiquemos, ilustrativamente, a situação da segurança pública nos três principais e maiores estados brasileiros, no período acima mencionado:

Observamos, na primeira década do século XXI, melhorias dos indicadores sociais; porém, temos ainda agências públicas que amedrontam a cidadania: polícias que torturam, invadem residências sem ordem judicial, julgam e executam. Agentes públicos que cotidianamente rasgam a Constituição, sem serem punidos. A violência institucional é histórica na nossa sociedade. A relação Casa Grande-Senzala transborda nas práticas violentas do estado em relação à cidadania. Mas foi somente nos últimos anos que essa barbárie anti-civilizatória apareceu à sociedade. O número de mortes provocadas por policiais nunca antes havia sido publicizado. Somente no Rio de Janeiro, millhares de cidadãos foram mortos pelas polícias na década. Polícia que tem autorização implícita de governantes que coadunam com essas práticas e uma sociedade imobilizada pelo medo, que cala-se e, no mínimo, é conivente com esse tipo de barbárie. Acrescente-se o papel da mídia, em boa medida, espetacularizando as ações brutais do Estado e estimulando a violência institucional.

E os homicídios? Vamos ao exemplo paradigmático de Belo Horizonte: em 1999, a capital mineira teve 536 assassinatos. Esse número chegou a mais de 1.300 mortes em meados da década. No ano passado foram 730 mortes. Uma taxa de 30 homicídios por 100 mil/habitantes, quando o razoável seria algo em torno de 10 mortes por 100 mil habitantes. Como, então, comemorar melhorias nesse tipo de indicador? O que aconteceu em Belo Horizonte em termos de homicídios se aplica em boa medida às grandes cidades do país. Ou seja, o drama das mortes violentas, associadas principalmente ao recrusdescimento do tráfico do drogas e armas, é um fenômeno marcante nesse período. Os indicadores de homicídios, mesmo em queda, ainda são vergonhosos.

Por fim, São Paulo desponta como paradigma do sistema prisional brasileiro. Ineficiente e oneroso, esse sistema ampliou-se soberbamente com a política de encarceramento e recrudescimento penal dos últimos anos. No Brasil, a população prisional mais que triplicou no período: hoje, são quase 500 mil presos. Em São Paulo, presenciamos uma brusca diminuição das taxas de homicídios, nos últimos anos, acompanhada do exponencial crescimento das prisões e dos presos. De dentro dos cárceres, muitos crimes são articulados e perpetrados, sinal de que nosso modelo prisional precisa ser urgentemente repensado. Trata-se, nesse caso, de se pensar num novo modelo prisional, dado que remendos novos num pano tão apodrecido, como a criação dos presídios federais, não resolve o problema.

Apesar desses números, podemos ver algumas luzes no final do túnel: primeiramente, o debate sobre segurança pública amplia-se. A sociedade passa a vocalizar uma ação articulada do Estado para essa área; segurança pública como direito de cidadania. Novos atores sociais são chamados a darem sua contribuição. Há uma evidente reação do poder público, com mais investimentos na gestão, integração e na eficiência policial. Programas de prevenção ao crime - destinados a jovens e populações em condições de vulnerabilidade social -, se institucionalizam.

Os municípios, antes alheios aos problemas da segurança, compreenderam seu papel nessa política e vêm cumprindo a tarefa de ampliar os programas sociais, investindo também na prevenção ao crime, na melhoria da infra-estrutura urbana e na vigilância do patrimônio público, desonerando a atividade policial.

O poder judiciário, menos encastelado e reativo, começa a experimentar novas metodologias de ação: a justiça restaurativa vai-se ampliando; a aplicação de penas e medidas alternativas ganha força e novos arranjos possibilitam uma justiça mais célere e eficiente.

Por fim, os gestores públicos nos níveis municipal, estadual e federal começam a atuar de forma articulada e cooperativa, não somente no combate ao crime, mas nas ações de prevenção e, principalmente, no planejamento estratégico e integrado de ações de médio e longo prazos o que poderá resultar, brevemente, numa melhor eficiência na política pública de segurança.

A década passada foi praticamente perdida para a segurança pública. Tomara que em 2010 os governos e todos os segmentos da sociedade articulem uma reversão no macabro quadro da (in) segurança pública brasileira. Que o poder público reconquiste seu lugar de garantidor dos direitos da cidadania. Que a cidadania ativa possa participar desse novo momento. E que possamos comemorar, no final desta década, indicadores que garantam ao povo brasileiro a tão sonhada paz, com justiça social.

(Versão simplificada deste artigo foi publicada no Jornal "O Globo", de 28/01/10, 1º caderno, página 07).

5 Comentários
Prezado Robson, acredito que não tão cedo, teremos motivos para alguma comemoração, em razão de uma série de motivos, os quais insistentemente mencionamos aqui mesmo no fórum, como por exemplo, a falta de estrutura e de uma melhor qualificação das polícias; punições e leis brandas; impunidade; crimes cada vês mais organizado e traficantes cada vês mais audaciosos.

Fora tudo isso e já não fosse o bastante, ainda temos os nossos políticos embarreirando qualquer avanço, quando o assunto é promover uma melhor qualidade de vida para a população. O mais perto que conseguem chegar da esperança de paz, é quando os políticos abandonam seus esconderijos à caça de votos, prometendo tudo que o povo quer ouvir. Depois, enfiam as esperanças do povo num saco, juntamente com os votos e voltam para os seus esconderijos e lá permanecem por mais 4 anos, torrando de toda forma, o produto dos votos.

Prezado Robson, para haver progresso, tem que haver ordem.
Enquanto isso, outras partes da engrenagem vão se movimentando até que tudo, um dia, dependerá da polia principal de todo sistema, que roda dentro do congresso nacional, e quando este dia chegar, simplesmente vai tudo emperrar e o Brasil vai parar.

Somente neste momento, a ficha do país cairá e o pano da vergonha se descortinará diante do resto do mundo e seremos vergonhosamente criticados, boicoitado e isolado do resto do mundo. Precisamos esperar este dia chegar ?
Este é um dos textos mais cretinos que eu já li.

O que tem a ver se o indivíduo preso é pobre e negro? Tem-se que verificar a justiça do ato que o levou a prisão indiferentemente da quaisquer condições que constitucionalmente estão garantidas no sentido de não haver distinção de raça, cor, credo e condição social...
O fato dalguns criminosos de maior poder econômico não serem presos é outra questão e esta sim merece uma observação diferênciada.
A prisão cabe conforme a lei determina e é isso que importa é isto que se tem como justo e é inaceitável querer fazer quer que seja absurdos que se prendam probres e negros... ora se assim a lei determinar que sejam presos!

As faixas de reincidência na delinqüência não tem relação nenhuma com a condição dos sistemas de detenção mesmo sendo verdadeiro que o sistema prisional é praticamente composto de verdadeiras masmorras, porém a verdade desta afirmação não convalida a outra - puro sofisma. Tão pouco é culpa do sistema não integrar o indivíduo a sociedade, esta não é sua função nem nunca será ou mesmo isto seja responsabilidade do sistema, até porque não podemos responsabilizar-lo talvez por algo que possa ser impossível senão pela vontade pessoal do próprio indivíduo, logo a afirmação é improcedente. Novamente um sofisma.

É mentira que exista um número crescente de armas em mãos dos cidadãos e também é mentira que isso seja gerador de índices criminais... o que são os cidadãos então, criminosos? Vamos tirar as armas de fogo e depois então as facas, os paus, os veículos, enfim, vamos cortar as mãos das pessoas?
Pura mentira e sofisma. Fosse assim a suiça país mais armado do mundo seria o líder universal em índice de criminalidade, morte e sobretudo mortes motivadas por questões banais como quer o texto levar a crer. Na suiça não só as pessoas tem armas em suas casas como armas potentes, fuzis de plena potência e fogo automático armas que no Brasil são exclusivas das forças armadas e nem por isso se confirmam as besteiras que estão no texto. Da mesma forma nos Estados Unidos onde o 7.62x51mm é um calibre normal para civis e armas de todo tipo se podem encontrar largamente nas mãos de civis.
Este argumento é puramente mentiroso, a verdade, comprovada historicamente, é totalmente contrária a isso, sociedades bem armadas permitem que estas sociedades, na figura dos indivíduos que as compões, possam ajudar a garantir os direitos e a ordem pública, coisa que o americano chama de cheepdog (cão pastor). Isso sem que se ocorro a usurpação da função pública de polícia, pelo contrário, o cidadão agindo apenas na área de influência de sua individualidade e de seus direitos e daqueles próximos a ele.

Quanto aos veículos discordo abissalmente porque também sempre haverá aqueles que abusam e para estes a ação legítima das demais pessoas da sociedade contribui para sua responsabilização quando da impossibilidade de que tais medidas sejam tomadas pelos agentes públicos, ademais tais coisas ocorrem por causa da insuficiência de agentes de segurança e da deslegitimação e impossibilização de ação do indivíduo comum, ou seja, a falta de polícia para fiscalizar as ações de fato é que mitigam estas questões e não generalizações e imputações indevidas de responsabilidade. Muitos acidentes ocorrem por omissão do estado no cumprimento de suas obrigações, inclusive as mais básicas como a manutenção das vias públicas, sinalização e outras mil.
Ademais o uso distorcido do termo elite demonstra uma mentalidade revolucionária do autor e não serve para nada que seja bom. Justamente as elites são aquelas que tem mais condições de manter seus veículos e o mais simples geralmente tem menos condições de modo que essa relação sorrateira feita pelo autor tem a única função de criar confusão e estigmatizar, coisa que inclusive é expressamente reprovada pela nossa carta magna, que já não é grande coisa, mas é a que temos...de modo que esta o autor a rasgar a constituição.
Novamente volta a fazer paralelo desproporcional as faltas de um e outro em razão da condição social... ora, a justiça não deve ver isso, ela deve ver a lei e os factos e se se percebe faltas na punição das ditas elites é porque as instituições estão corrompidas - visto que do ponto ponto de vista legal nada existe de distinção entre o cidadão pobre e o rico e a coisa que os diferencia é o poder econômico e se isto então é a condição para impunidade então vemos que este é o fator que opera e logo concluímos que o sistema esta corrupto...os agentes públicos estão corruptos e por conseguinte o esta o Estado - e no caso então ao invés de se proporem medidas disso e daquilo há que se combater a corrupção, apenas isto.

A polícia desvenda poucos crimes, inclusive os de morte, isto é verdade mas dizer que seja ineficiente é mentira, há que se verificar o que fazem com o que tem, ou seja, culpar a polícia de ineficiência é muito fácil quando se fecha os olhos às condições de trabalho que tem. Vê-se que hoje praticamente só se investigam homicídios ficando os demais crimes praticamente sem investigação alguma e isso não quer dizer ineficiência mas sim talvez incapacidade. Só se pode verificar a eficiência quando se provém os meios suficientes para o trabalho doutra forma os resultados serão prejudicados por esses fatores levando a uma conclusão errônea por impropriedade do método daquele que quer avaliar a eficiência.
Em razão da inoperância do Estado na investigação de crimes que não de homicídio o cidadão se furta de informa-los ao agente público coisa que se torna na prática pró-forma. Muitas vezes ainda o cidadão é desrespeitado e vilipendiado na delegacia coisa que o faz desquerer a lavratura de boletim de ocorrência ou a comunicação dos fatos que julgue ilegais.

Que contribuição os atores sociais dão para a segurança pública? rsssss. Um povo desarmado como o brasileiro dá uma contribuição mínima e considerando uma polícia amarrada como a nossa vemos que qualquer esforço de denúncia acaba por findar-se inócuo e por expor o cidadão ao justiçamento do crime. Desde quando se faz segurança pública com papo furado e desqualificado?

Que existem abusos policiais existem mas a mesma corrupção que protege o poder econômico também há de certa forma de proteger estes agentes públicos que abusam. Hoje invadem residências sem mandato, fazem apreensões e se dá valor a elas no meio judical de modo que não e a polícia mas também o judiciário o responsável por mudar esta situação e este não se mostra interessado nisto, basta que se aplique a lei - obrigação que lhes é funcional - mas quem obriga autoridade a qualquer coisa? Que punição recebem por omissão? Isso cabe a todas instâncias: do policial ao promotor público; ao juiz; a todos os outros, inclusives prefeitos, governadores, ministros; etc...

Quanto a melhoria em indicadores sociais, ora... a sociedade evolui para isso e se espera que evolua com o tempo, já vivemos em cavernas hoje temos cidades organizadas e organização maior em nível estadual e nacional... é inaceitável que com o tempo esses índices não aumentem isso não significa que estejam aumentam exatamente por isso ou por aquilo, cabe uma observação mais precisa.

Quanto a relação Casa Grande-Senzala é a mais pura verdade com a diferença que hoje estamos todos na Senzala pois cada vez mais se deslegitima o cidadão, antes se o fazia em razão de cor da pele, os pretos eram aqueles que não tinham direitos, eram os escravos. Hoje os escravos somos todos... melhoramos por não se ter mais esse preconceito racial? Escravos não podem ter armas e assim esta para o cidadã brasileiro assim como outros direitos. Aqueles que caçam a legitimidade do cidadão são aqueles que o acusam de toda sorte de falta, sobretudo o acusam de fazer as coisas que são os acusadores que fazem de fato.
O totalitarismo não foi exposto somento nos últimos anos, pelo contrário, sempre existiu e foi exposto e combatido, o problema é que nunca como nos últimos anos houve tanta inclinação ao totalitarismo disfarçado por direitos humanos, preocupações sociais e direitos coletivos.

Não queremos uma polícia que mate, mas, por vezes, em razão dos fatos não ser pode fugir deste destino e então não podemos criticar a polícia por fazer o possível. As ações criminosas são ações de risco e aqueles que as cometem se expõe a risco de vida assim como expõe aos demais de modo que não basta ver se a polícia mata ou não, mas sobretudo ver quem ela mata e em que condições. Verdade seja dita muitas vezes necessárias. Eu muito vejo o policial socorrendo criminosos baleados quando minutos antes este indivíduo havia abatido um colega de trabalho e mesmo atirado contra ele para matar. Pode-se condenar este policial se no devido cumprimento do dever legal e em resposta a injusta agressão este acaba por matar o criminoso?
Talvez nossas polícias matem até pouco... nos Estados Unidos se geralmente agressões das que se tem aqui costumam ter sempre resposta letal das instituições públicas e o fazem legitimamente e em defesa de si, da sociedade e da ordem pública. Dizer que a polícia matou cidadão é um absurdo e é inaceitável... caro que alguns casos são verdadeiros, mas chamar de cidadão o criminoso contumás é expandir demasiadamente este conceito para além dos limites que o definem.

Prevenção ao crime pode existir embora isso não seja garantia de não existência do mesmo, sempre existirá o crime porque é a maldita condição humana. As grades pela cidade fora o que são senão instrumentos para prevenção do crime, assim como as trancas, os alarmes, as câmeras, mas elas impedem o crime? Claro que não. Existe a segurança passiva e a ativa, a passiva previne e só a ativa pode impedir o resto é historinha da carochinha. Ademais segurança ativa se faz com o uso de armamento e o brasileiro esta desarmado.


Falar da mídia espetacularizando ações brutais do Estado é palhaçada, ora se são brutais tem-se por obrigação de orgulho profissional do jornalista e função profissional dar ciência a sociedade de tais fatos, quanto mais quando vem do Estado coisa que seria inaceitável num regime de estado-de-direito. Dar ciência dos abusos do estado é tipo como espetacularização ainda mais quando se afirma que tais sejam de natureza brutal... ora, poupe-me de tanta incoerência.
Acho propício falar em sistema prisional, quando mais em São Paulo que tem a melhor polícia do país, a que mais prende.

Acho maravilhoso quando o governo diz ao cidadão que o preso custa sei lá quantos mil reais por mês e que este mesmo cidadão só pode abater sei lá quantos reais no seu imposto de renda para criação do seu filho, do seu dependente! Porque não se permite que se abata do imposto pelo menos o dobro do valor que se diz gastar mensalmente com os presos! Já que queres falar em injustiça das coisas...
Ora criar um filho, com direitos todos de saúde, instrução, educação, moradia, alimentação e lazer não é mais oneroso que manter um indivíduo encarcerado... sem lhe oferecer nada disso...

Concluindo, discordo abissalmente em quase todos os pontos com o autos do texto, o senhor Robson Sávio Reis Souza de Belo Horizonte (MG).
Enquanto quisermos tratar quais quer assuntos, e segurança pública não é excessão, com mentiras, sofismas e outros meios escusos nunca chegaremos a resultado que seja bom, assim como enquanto o fizemos com desinformação e falácias.
Se vê muita conversa por parte do Estado,muita propaganda, uma campanha indecente de desarmento das pessoas de bem mas nada concreto de fato para melhorar a segurança pública - isto é fácil de observarmos quando vemos os agentes de segurança pública que abandonaram a área e foram para o meio político e as coisas que falam!

E para completar: O poder público tem a obrigação de garantir a segurança pública mas o cidadão tem o direito legítimo de garantir a sua segurança particular, de seus próximos e de seus bens. A obrigação do Estado não retira o direito do cidadão coisa que esta sendo brutalmente desrespeitada por estes últimos governos de forma tão totalitária que nem durante a ditadura militar os militares com toda sua truculência não se atreveram a fazer.
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