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Drogas: o que nos resta fazer a respeito?
João Batista Drummond - Sete Lagoas(MG) - 09/02/2010
Algumas idéias que ouvimos no dia a dia sobre as drogas podem parecer um exagero. Há pessoas que acreditam que elas são as novas armas de destruição em massa de uma nova conflagração mundial (a terceira).
Para outras, as drogas são os instrumentos diretos da ação nefasta do anticristo sobre a terra.
As estatÃsticas mundiais sobre a disseminação desta praga, seu comercio e uso crescentes, nos levam a crer que nenhuma destas idéias ou frases de efeito são suficientemente fortes para expressar e dimensionar a gravidade do problema.
Só quem teve que enfrentá-lo no seio da famÃlia e viu de perto sua capacidade de desagregação e de corrupção de valores sabe que esta é uma luta injusta e inglória.
Movida pôr lucros exorbitantes a ponto de ter se tornado em um dos mais forte segmentos da economia mundial, ela se insinua de maneira cada vez mais sofisticada, levando para o abismo homens, mulheres, jovens e crianças, frágeis vitimas, de sua propaganda sedutora.
A sociedade em geral tem minimizado o perigo que ela representa, pactuando, de forma omissa e conivente com sua proliferação via drogas licitas e socialmente aceitas.
O álcool e o fumo são as portas legais e visÃveis para o mundo infernal das drogas ilÃcitas, como a maconha, a cocaÃna, o crack e outras menos conhecidas, com as sintéticas, mas não menos perigosas.
Quando ainda jovem cedi pôr varias vezes ao apelo de "amigos" para me desviar do caminho da escola em direção a algum boteco onde passávamos horas a jogar porrinha e tomar cachaça.
Ao me negar a acompanhá-los nestas empreitadas passei a ser um companheiro chato e inconveniente.
Naquela época as drogas pesadas não estavam tão difundidas como hoje, mas homem de verdade tinha que fumar e beber para não ser discriminado. Isto era parte de um mecanismo perverso de convencimento baseado numa visão tribal e de espÃrito de corpo que levava o indivÃduo a um processo de iniciação e de afirmação dentro do seu grupo.
Já se vendia naquela época a idéia que as drogas seriam liberadas num futuro próximo e que provar de tudo fazia parte da formação, da experiência e da maturidade do jovem.
Estes e outros argumentos têm sido usados pelos empresários das drogas num afã de ampliar o seu mercado consumidor formado ainda entre as crianças e consolidado entre adolescentes mal informados e imaturos.
Esta verdade tem que ficar clara, a primeira dose é a mais perigosa e deve ser evitada com o máximo de convicção e argumentos como os que: "se deve provar de tudo e que isto é prova de hombridade e coragem", devem ser relegados a condição de iscas preparadas para pegar os trouxas.
Todas as tentativas de se combater o tráfico e o controlar o vÃcio tem falhado e os tÃmidos resultados nos levam a viajar em possibilidades aparentemente absurdas.
Perguntamos se a liberação total das drogas, com ofertas gratuitas em clinicas especificas, não seria um golpe fatal na espinha dorsal do trafico, e se não ficaria mais barato que todo o aparato de repreensão e todo o custeio de tratamentos inócuos que hoje, hipocritamente a sociedade se vale neste combate infrutÃfero.
Talvez devêssemos pensar se não seria necessário concentrar nossos esforços em educação, para salvar uma nova geração que já chega condenada ao mais idiota ritual de suicÃdio que a humanidade já conheceu.
Para outras, as drogas são os instrumentos diretos da ação nefasta do anticristo sobre a terra.
As estatÃsticas mundiais sobre a disseminação desta praga, seu comercio e uso crescentes, nos levam a crer que nenhuma destas idéias ou frases de efeito são suficientemente fortes para expressar e dimensionar a gravidade do problema.
Só quem teve que enfrentá-lo no seio da famÃlia e viu de perto sua capacidade de desagregação e de corrupção de valores sabe que esta é uma luta injusta e inglória.
Movida pôr lucros exorbitantes a ponto de ter se tornado em um dos mais forte segmentos da economia mundial, ela se insinua de maneira cada vez mais sofisticada, levando para o abismo homens, mulheres, jovens e crianças, frágeis vitimas, de sua propaganda sedutora.
A sociedade em geral tem minimizado o perigo que ela representa, pactuando, de forma omissa e conivente com sua proliferação via drogas licitas e socialmente aceitas.
O álcool e o fumo são as portas legais e visÃveis para o mundo infernal das drogas ilÃcitas, como a maconha, a cocaÃna, o crack e outras menos conhecidas, com as sintéticas, mas não menos perigosas.
Quando ainda jovem cedi pôr varias vezes ao apelo de "amigos" para me desviar do caminho da escola em direção a algum boteco onde passávamos horas a jogar porrinha e tomar cachaça.
Ao me negar a acompanhá-los nestas empreitadas passei a ser um companheiro chato e inconveniente.
Naquela época as drogas pesadas não estavam tão difundidas como hoje, mas homem de verdade tinha que fumar e beber para não ser discriminado. Isto era parte de um mecanismo perverso de convencimento baseado numa visão tribal e de espÃrito de corpo que levava o indivÃduo a um processo de iniciação e de afirmação dentro do seu grupo.
Já se vendia naquela época a idéia que as drogas seriam liberadas num futuro próximo e que provar de tudo fazia parte da formação, da experiência e da maturidade do jovem.
Estes e outros argumentos têm sido usados pelos empresários das drogas num afã de ampliar o seu mercado consumidor formado ainda entre as crianças e consolidado entre adolescentes mal informados e imaturos.
Esta verdade tem que ficar clara, a primeira dose é a mais perigosa e deve ser evitada com o máximo de convicção e argumentos como os que: "se deve provar de tudo e que isto é prova de hombridade e coragem", devem ser relegados a condição de iscas preparadas para pegar os trouxas.
Todas as tentativas de se combater o tráfico e o controlar o vÃcio tem falhado e os tÃmidos resultados nos levam a viajar em possibilidades aparentemente absurdas.
Perguntamos se a liberação total das drogas, com ofertas gratuitas em clinicas especificas, não seria um golpe fatal na espinha dorsal do trafico, e se não ficaria mais barato que todo o aparato de repreensão e todo o custeio de tratamentos inócuos que hoje, hipocritamente a sociedade se vale neste combate infrutÃfero.
Talvez devêssemos pensar se não seria necessário concentrar nossos esforços em educação, para salvar uma nova geração que já chega condenada ao mais idiota ritual de suicÃdio que a humanidade já conheceu.
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Pois bem, o enfrentamento à s drogas deve abrir (à princÃpio) duas frentes de combates, que seria o combate direto, através da repressão (como já vem sendo) e o combate indireto, para se evitar novos focos (o que nem se cogita fazer, exceto por demagogia ou hipocresia daqueles que apenas demonstram preocupação ou amor pelos jovens).
Vou enviar para o seu e-mail, uma cartilha de prevenção de drogas que eumesmo elaborei, através do projeto que conscientização que eu desenvolvo (vide o meu perfil), onde o acesso à s drogas não se faz por portas visÃveis, as quais poderÃamos trancar para proteger nossos filhos, mas sim de forma involuntária, onde a principal prevenção não se faz por aparência ou satisfazendo desejos e vontades ou financiando sonhos de consumo dos filhos.
A prevenção verdadeira, vem do conceito que se faz de amor aos filhos. Se este conceito for correto, então a prevenção terá resultados e objetivos atingidos, ou seja, o NÃO contato com as drogas. Agora, se tal conceito não for politicamente correto, nesse caso, o contato, a experiência e a subsequente dependência, serão iminentes.
A pergunta que devemos fazer, nos dias de hoje é: Estarei sendo um Pai ou uma Mãe de verdade ? Ou não passo de uma mera patente para os meus filhos ?
O conceito de ser pai ou mãe, não é um conceito fixo pra toda vida, mas sim algo que deve ser constantemente atualizado e corrigido, porque a globalização e os entretenimentos criados para os jovens, estão sempre inovando e mantendo os nossos filhos afastados de nós, quase todos os dias e quase o dia inteiro, não nos deixando tempo para conversar direito com eles.
Pais devem ser como treinadores de basquete, isto é, não podemos fazê-los parar de "jogar", mas podemos instruÃ-los, quando o rendimento deles começa a cair, no quesito escolar e até da convivência familiar. Dessa forma, estaremos mais presente na vida deles (o que tanto eles gostam de esnobar aos colegas) ao mesmo tempo que estaremos evitando e prevenindo o contato deles com as drogas ou álcool ou tabaco.
Não precisamos estar 24 horas em contato com eles, mas é necessário e primordial que eles nos tenham, psicológicamente, por 24 horas, e é através desta técnica, que iso será possÃvel.
Experimenta ! Você já sabe o que tem a perder.
Abraços,
Amadeu Epifânio
Projeto Conscientizar
Viver bem é PossÃvel !